SERGIO DE MATOS

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Vila velha, Espírito Santo, Brazil
Budista,Monarquista De Direita Alforriado livre. Sangue Puro sem Coronazi Vax 19. Não há Oração Sem Resposta. END..

PRAIA DE ITAPARICA,VILA VELHA ,ES,BR

PRAIA DE ITAPARICA,VILA VELHA ,ES,BR
ENTARDECER NA PRAIA DE ITAPARICA,VILA VELHA,ES,BR

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terça-feira, 9 de julho de 2013

Os quatro sofrimentos É um ciclo natural: nascer, envelhecer, adoecer e morrer.

Os quatro sofrimentos
É um ciclo natural: nascer, envelhecer, adoecer e morrer. 
Todo ser vivo passa por esse ciclo, denominado quatro sofrimentos.
 O Budismo surgiu para capacitar o ser humano a vencer esse sofrimento fundamental e viver de forma plena e saudável.

 Por que sofrimento? 

O sofrimento do nascimento ,
NÃO se refere ao ato de nascer. 
É a ilusão de que a vida se limita somente ao próprio corpo.
 Isto cega a pessoa para a essência fundamental da vida.
 Dominado pelo egoísmo criado pelo apego,
 o indivíduo se desespera quando seu corpo sofre ameaça do envelhecimento, 
da doença e da morte. 
A origem da ilusão Reforçando, 
o sofrimento está na incompreensão 
e não aceitação da verdade inevitável de que a vida segue o ciclo de nascimento, envelhecimento, doença e morte.
 Quem ignora essa verdade constrói a própria vida baseado na ilusão de que viverá para sempre, que é imune a tudo. 
Mas quando o envelhecimento, a doença ou a morte se manifestam,
 o iludido percebe o vazio de sua vida. 
Essa constatação gera os sofrimentos terríveis da impotência 
e do desespero de quem trilhou um caminho errado e sem volta. 
,
Doença não é derrota na vida 
A postura mental de uma pessoa doente é fundamental para a cura.
 O presidente da SGI, Dr. Daisaku Ikeda, esclarece: “Adoecer não é um sinal de fé fraca ou de derrota.
 Ninguém é capaz de se livrar dos quatro sofrimentos universais de nascimento, envelhecimento, doença e morte.
 Aliás, o período da doença é justamente a oportunidade para a pessoa fazer emanar a prática da fé para lutar contra o demônio da doença e alcançar uma vida repleta de eternidade, felicidade, verdadeiro eu e pureza das quatro nobres virtudes do Buda. 
A doença serve como chance para reforçar nossa fé ainda mais para triunfarmos sobre as funções demoníacas”. 
A maldade da doença De acordo com a filosofia budista,
 quando o sofrimento da doença provoca a impotência e o desespero, 
enfrentamos a maldade ou o demônio da doença.
 O objetivo dessa maldade é enfraquecer a energia vital e pôr a pessoa completamente à mercê do sofrimento, 
vivendo numa órbita de negatividade. Essa situação reforça a ilusão egocêntrica na qual a vida da pessoa se firmou e a impede de ativar seus recursos de defesa. 
Assim, seu sofrimento se alastra pelo ambiente à medida que ela tenta conseguir energia vital de tudo e de todos à sua volta. Apesar do peso das palavras “maldade” e “demônio” na cultura ocidental, 
o sentido utilizado aqui não se refere ao sobrenatural. 
No contexto desta matéria, “maldades” ou “demônios” são as funções negativas que atuam na nossa vida. 
São ativadas pelo estresse mental e psicológico e fazem surgir os desejos ilusórios da avareza, ira e estupidez. 
As funções negativas penetram profundamente na vida da pessoa, destruindo seu equilíbrio espiritual e o funcionamento apropriado do corpo e da mente.
 Corpo e mente influenciam-se mutuamente. 
A alegria, 
a esperança e outros sentimentos positivos 
ativam mecanismos psicológicos e aumentam o potencial do sistema imunológico. 
Da mesma forma, o desespero e outros sentimentos negativos o enfraquecem. 
Norman Cousins, considerado “a consciência da América”, 
expressou sua visão de que o ser humano é dotado de um sistema de cura e de um sistema de convicções.
 Cousins acreditava que ambos os sistemas trabalham unidos para curar enfermidades.
 E desta união nasce a capacidade do corpo de superar doenças.
 Unicidade da saúde e doença.
 O Budismo ensina que a boa saúde e a doen­ça são inseparáveis.
 “Como o corpo humano tem a capacidade de ficar doente,
 também possui o poder de se restabelecer, 
tal como uma pessoa que escala uma montanha pode descer”, 
comentou o segundo presidente da Soka Gakkai, Jossei Toda. 
A doença não significa morte.
 No entanto, esta é uma das principais associações que as pessoas fazem quando estão gravemente doentes. 
Quando o medo da morte provoca desespero, 
elas são capazes de interromper o processo de cura à medida que cresce o sofrimento. 
Dependendo do entendimento de uma pessoa em relação à vida,
 a doença pode despertar sentimentos positivos ou negativos. 
Nitiren Daishonin ressalta: “Da doença surge a mente que busca a iluminação”.
 O propósito da doença é expandir a vitalidade da pessoa.
 Essa expansão da energia vital fortalece a saúde mais do que antes da doença.
 E desperta a pessoa para uma visão holística e profunda da vida. 
O entendimento correto da vida é fundamental para entendermos com profundidade a saúde.

 Essa sabedoria iluminada é considerada pelo Budismo como a verdadeira saúde.

Isso porque ela rompe com as ilusões do ego e transforma os quatro sofrimentos de nascimento, envelhecimento, doença e morte em eternidade, felicidade, verdadeiro eu e pureza — 
as quatro nobres virtudes do Buda.
“Apesar de terem me dito, quando era jovem, que eu viveria só até os 30 anos, 
empenhei-me totalmente pelo Kossen-rufu e, 
em consequência disso, prolonguei minha vida”, afirma o presidente Ikeda, hoje com 84 anos.
 O que é saúde? De acordo com o estatuto da Organização Mundial da Saúde (OMS),
 a saúde é uma condição de total bem-estar físico, mental e social, e não simplesmente a ausência de doenças ou males.
 Em outras palavras, o conceito de boa saúde não é limitado pelo aspecto físico, 
mas se estende ao espiritual e também social.
 Nitiren Daishonin esclarece: “A vida em cada momento abarca o corpo e a mente,
 a vida e o meio ambiente de todos os seres sensíveis e os seres insensíveis nos três mil mundos, 
incluindo as plantas, o céu, a terra e até mesmo as minúsculas partículas de pó. 
A vida em cada momento permeia todo o mundo fenomenal e é revelada em todos os fenômenos”. 
Em outras palavras, o ser humano é o próprio universo. 
E sua vitalidade se expande por todo o cosmo. 
Doença e saúde são unas. Ambas são vida. Portanto, a saúde também se estende por todo o universo.
 Uma vida saudável é uma vida de sabedoria universal.
 Essa conclusão nos leva a perceber por que o Budismo
 defende que a verdadeira saúde se encontra na vida de um bodhisattva.
 Saúde é a vida de um bodhisattva .
Ao afirmar que saúde é sabedoria, a filosofia budista se refere à sabedoria do estado de bodhisattva.
 Um bodhisattva é uma pessoa que despertou para a visão de que sua vida é ligada à de todas as pessoas,
 ao ambiente natural e a todas as coisas. Por isso, sua conduta é totalmente baseada na benevolência.
 Essa compaixão o desperta para missão de se dedicar a cuidar das pessoas e de seu ambiente, 
rompendo com o ego e as ilusões. 
Livre das correntes do medo, a felicidade brota em sua vida por meio de uma poderosa vitalidade na proporção do universo.
 Ao confrontar a doença manifestando a sabedoria do estado de Bodhisattva, 
o indivíduo abre o caminho da superação para todas as pessoas.
 Neste contexto, a doença serve como um meio pelo qual a pessoa dedica a vida para trazer esperança ao coração de todos.
 “O que é a saúde? Em síntese, é a vida do bodhisattva. 
Creio que a verdadeira saúde é o espírito de lutar continuamente pelas pessoas.
 Simplesmente se alimentar com ‘comida saudável’ e pensar em si próprio,
 objetivando ter uma existência pacífica e segura, não é a imagem da saúde”,
 diz o presidente Ikeda.
 Lute até o fim A verdadeira saúde é a disposição de confrontar a maldade da doença.
 Essa disposição é a própria vitória.
 Quem se levanta num momento de sofrimento comprova a força de sua fé e amplitude de seu estado de vida. 
O presidente Ikeda afirma: “No caso da doença, ter o espírito de lutar até o fim contra o demônio da doença é vital.
 Estamos determinados a superar o demônio da doença ou nos permitirmos ser derrotados por ele? 
Quando nos deparamos com a doença ou com qualquer outro sofrimento, estamos num beco sem saída de crescimento espiritual e desenvolvimento interior. 
“O presidente fundador da Soka Gakkai, Tsunessaburo Makiguti, disse: ‘Por exemplo, se a pessoa ficar doente e passar o tempo apenas lamentando que a doença é efeito cármico, não será curada. 
Ao contrário, o importante é determinar que demonstrará a transformação do veneno em remédio sem falta, alcançando a boa sorte e o benefício de recuperar a saúde por meio da contínua prática da fé.
 Ao fazer isso, a pessoa não superará somente a doença, mas, quando estiver recuperada, será ainda mais saudável que antes. Este é o poder da Lei Mística de transformar o veneno em remédio’.
 “Numa carta endereçada à monja leiga Toki, Daishonin escreve: ‘Cuide-se e não encha sua mente de pensamentos angustiantes’.
 A natureza do ser humano é se afligir, desistir ou hesitar instintivamente por causa de uma grave doença ou de sua permanência por muito tempo, causando o enfraquecimento do próprio corpo e de sua energia.
 Mas não importa o que nos aflija, devemos viver com a determinação de não ceder à dor ou à tristeza.
 Com relação à prática da fé, devemos fortalecê-la,
 motivando-nos para lutar contra o demônio da doença para não sermos derrotados por ela. 
A chave para isso é recitar Nam-myoho-rengue-kyo — 
o Daimoku da Lei Mística — sobre o qual Nitiren Daishonin declara: ‘Somente o barco do Myoho-rengue-kyo possibilita atravessar o mar dos sofrimentos do nascimento e da morte’. 
O poder benéfico da recitação do Nam-myoho-rengue-kyo, 
mesmo que seja por uma vez, é ilimitado e imensurável.
 O importante é continuarmos avançando em nosso coração a cada dia,
 ainda que seja apenas um ou dois milímetros;
 é darmos um passo adiante em nossa vida, 
fortalecendo a ‘fé dia após dia e mês após mês’, assegura Daishonin. 
Mesmo que as coisas não progridam da maneira como esperamos, devemos lembrar que muitos companheiros também estão orando para que fiquemos bem.
Não há força maior que esta.
” Oportunidades para a transformação “Se houver uma contínua luta contra a malda­de da doença fundamentada na prática da fé, todas as doenças serão oportunidades para mudar nosso carma por meio do poder benéfico da Lei Mística. 
Como Daishonin proclama: ‘Não há nada a lamentar quando consideramos que certamente nos tornaremos budas’.
 Ele nos ensina sobre a existência de uma condição de vida de absoluta tranquilidade em que não há necessidade de se afligir. “Praticamos o Budismo Nitiren para vivermos a vida ao máximo.
 O benefício de viver um dia a mais, por meio da fé na Lei Mística, é imensurável.
 Viver um dia a mais é a possibilidade de propagar muito mais os ensinamentos do Budismo. 
Isso faz nossa vida ser dotada de infinita boa sorte e benefícios. 
O aspecto daqueles que lutam baseados na fé contra o demônio da doen­ça transmite aos outros, mesmo sem palavras, o nobre valor da vida como ser humano.
 Como praticantes do Budismo Nitiren, nosso comportamento deve ser o de resplandecer nossa vida, junto com a de outras pessoas, fazendo evidenciar sabedoria e benevolência, independentemente das circunstâncias.
 Este é o modo que nós, da SGI, vivemos nossa vida.” Sabedoria vital “Por esse motivo, também é importante a sabedoria para sermos saudáveis. 
Fé significa ter sabedoria para prevenir a doença e lidar com ela de maneira adequada, caso ela surja, para continuarmos criando valores com nossa vida. Por exemplo, quando temos de superar uma grave doença ou estamos no início da recuperação, devemos ter o cuidado para não forçar nossos limites.
 Esta é a sabedoria vital para a nossa saúde. 
Quando adoecemos, não devemos ser impacientes ou descuidados. 
Se precisamos de descanso, devemos ouvir nosso corpo e não exagerar.
Uma vez recuperados plenamente, podemos voltar a nos dedicar às atividades da Soka Gakkai repletos de energia e vigor. “Meu mestre, Jossei Toda, disse: ‘No entanto, por vivermos como seres dos nove mundos, o sofrimento é manifestado. Mas, descobrimos que a natureza dos nossos problemas pode mudar.
 Por exemplo, enquanto estamos inquietos com nossas preocupações, somos capazes de nos atentarmos aos problemas e sofrimentos dos outros. 
O estado de Buda não seria a própria satisfação de viver?
’ “Ele também disse:
 ‘Exteriormente, às vezes, podemos nos parecer com um ‘Bodhisattva Pobreza’ ou um ‘Bodhisattva Doen­ça’, 
mas é apenas um papel que estamos encenando no drama da vida. 
Na rea­lidade, o verdadeiro lugar dessa vida é no interior de nosso aspecto autêntico como Bodhisattvas da Terra!
 Como a vida é um grande drama, devemos desfrutar completamente do papel que assumimos e comprovarmos a grandiosidade da Lei Mística.”
 Conclusão Saúde é a sabedoria cultivada no solo da benevolência. 
Pois a iluminação se manifesta no cotidiano por meio do estado de Bodhisattva.
 A preocupação com todos os seres representa o aspecto total de nossa vida. 
O presidente Ikeda orienta que, pela perspectiva do Budismo, a doença é um meio para aprofundarmos nossa fé; ao mesmo tempo, indica que estamos no caminho correto para manifestar o estado de Buda.
 Por essa razão, a doença provoca alegria.
 Saúde é realizar o Chakubuku por meio da comprovação de nossa luta contra a doença.
 Edição 527 - Publicado em 20/Julho/2012 - Página 16 __._,_.___ melhores franquias brasileiras





.Tv ‎#OCUPAALES: Nota Oficial da ocupação na Ales do dia 08 de julho de 2013: http://t.co/V61bIR6vcy vía @youtube...VEJAM A LISTA DE DEPUTADOS CAPIXABAS COVARDES QUE NÃO REPRESENTAM O POVO CAPIXABA

A OCUPAÇÃO DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO 

ESPÍRITO SANTO PELO POVO

Tv ‎#OCUPAALES: Nota Oficial da ocupação na Ales do dia 08 de julho de 2013:http://t.co/V61bIR6vcy vía @youtube

RENATO CASAGRANDE VASSALO DO PT
,FORA RENATO CASAGRANDE O BOBO DA CÔRTE DE DILMA A MADAME DÉFICIT...
FORA DEPUTADOS ESCROTOS VENDIDOS ,
O POVO LEMBRARÁ DE TODOS..
ATENÇÃO, COMUNICADO URGENTE!!
O governador está neste momento tentando convencer os deputado a votarem contra o decreto que poe fim a cobrança do pedágio da Terceira Ponte.
Por enquanto 10 deputados estão se mantem firmes em votar à favor, mas a pressão está grande. O governador está mantendo os deputados reunidos num hotel pra não irem hoje Assembleia e para não votarem o decreto amanhã.
Já vi essa manipulação acontecer na era Gratz!!
Ontem, 15 deputados divulgaram que só iriam para Assembleia depois que os estudantes saíssem de lá!
REPASSEM!!


 A CORJA DE DEPUTADOS CAPIXABAS 

QUE TEMEM O POVO,
SÓ NÃO TEMEM O POVO,

 NA HORA DE PEDIR VOTOS,

VAMOS LEMBRAR DELES .

SE TIVEREM ELEIÇÕES NO ANO QUE VEM....
Abaixo, o nome dos deputados que receberam o mandato do povo, são pagos com o dinheiro do povo, mas temem e repudiam o povo que os sustenta política e economicamente. Dizem que só trabalharão se os manifestantes desocuparem a Assembleia Legislativa. O que aconteceria se um empregado dissesse que só trabalha escondido do patrão? Pois é. Nosso ato de demissão são as urnas e nosso contador é a memória:

- Luiza Toledo (PMDB)
- Elcio Alvares (DEM)
- Gildevan Fernandes (PV)
- Da Vitória (PDT)
- José Carlos Elias (PTB)
- Jamir Malini (PTN)
- Freitas (PSB)
- Dary Pagung (PRP)
- Cacau Lorenzoni (PP)
- Glauber Coelho (PR)
- Sandro Locutor (PV)
- Aparecida Denadai (PDT)
- Marcelo Santos (PMDB)
- Luiz Durão (PDT)
- Sérgio Borges (PMDB)

Texto do Mauricio Abdalla














JM SBT - Dilma e os médicos: a ditadura escancarada

Dilma é louca varrida,
esta parecendo dona maria a louca,
o poder desceu da cabeça dela para o c...
.,só fala merda e faz merda.
A madame deficit agora gradeou o palácio do planalto,
ao custo de 37 mil reais do nosso bolso.
Para que as grades?
prende-la lá dentro?
afastar o povo?
O DESESPERO TOMOU CONTA DOS POLÍTICOS
AQUI NO ESPÍRITO SANTO,
AGORA EM VEZ DE USAREM A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA,
POR MEDO DO POVO E REUNEM,
AS ESCURAS EM HOTEL,
PARA FERRAR O POVO.
VIVA A REVOLUÇÃO
A PRIMAVERA DO BRASIL COMEÇOU
VAMOS BOTAR O POVO NA RUA
LUTAR ,LUTAR PRA VENCER
FORA POLÍTICOS


segunda-feira, 8 de julho de 2013

FOMOS DA NOBREZA DE PORTUGAL

FOMOS DA NOBREZA DE PORTUGAL
FOMOS DA NOBREZA DE PORTUGAL..
.VEJAM O BRAZÃO DE FAMÍLIA
ADOREI COMPARTILHEM
QUEM FOR DA
FAMÍLIA MATOS ,
MATTOS,
DE MATOS
http://www.matos.net/fml/default.asp?secao=4

Reino de Leão

O Reino de Leão foi um dos antigos reinos ibéricos surgidos no período da reconquista cristã sendo independente durante três períodos: de 910 a 1037 (sob domínio da casa Leonesa), de 1065 a 1072 (sob o domínio da casa de Navarra) e de 1157 a 1230 (sob o domínio da casa da Borgonha).
A sua primeira constituição deu-se em 910, com a divisão do Reino das Astúrias pelos filhos do Rei Afonso III, o Grande; Garcia ficou com o Reino de Leão, Ordonho com a Galiza e Fruela com as Astúrias; eventualmente a Galiza e as Astúrias acabaram por se tornar partes integrantes do reino de Leão, dada a morte sem descendentes dos seus soberanos, tendo o rei Fruela passado a controlar toda a vasta área do Noroeste Peninsular cristão.
O reino acabaria em 1037, quando o rei Bermudo III foi derrotado e morto por Fernando I de Castela, o qual se julgava com pretensões legítimas ao trono de Leão, já que era casado com a irmã de Bermudo, a rainha Sancha. Ficou então integrado na coroa dúplice de Leão e Castela, cingida por Fernando Magno.
A sua segunda encarnação ocorreu com a divisão das possessões de Fernando Magno após a sua morte (1065), entre os seus filhos Sancho (que ficou com Castela), Afonso (que ficou com Leão) e Garcia (que recebeu a Galiza). Após intensas lutas fratricidas com os seus irmãos, Afonso VI de Leão acabou por conseguir dominar também Castela e a Galiza, e proclamou-se imperador de toda a Espanha (Imperator totus Hispaniæ). Leão ficou então sendo o principal reino de entre as Nações que compunham o seu «Estado», e a capital do reino sediada na velha cidade de Leão.
Esta situação manteve-se ao longo dos reinados de sua filha Urraca e seu neto Afonso VII, o qual viria também a proclamar-se, tal como o avô, imperador das Hespanhas. Enfim, após a sua morte, Leão ganhou de novo, por um breve período, a sua independência; em 1157 os extensos territórios que compunham o seu Estado foram repartidos entre os seus filhos Sancho (que ficou com Castela) e Fernando (que recebeu as terras da Galiza e Leão).
O reino de Leão acabaria por findar em 1230, quando Fernando III de Castela, filho de Afonso IX de Leão através do seu casamento com Berengária de Castela, se apropriou do trono que pertencia, segundo as disposições testamentárias do pai, às suas meias-irmãs e legítimas herdeiras, as rainhas Sancha e Dulce; porém, com o auxílio da mãe Berengária e da mãe das herdeiras, a rainha Teresa Sanches de Portugal, conseguiu-se proceder à unificação definitiva das duas coroas, passando Castela a deter o predomínio no conjunto dos Estados do centro peninsular - a capital doravante estaria em Toledo, a velha capital goda, e não em Leão; a língua leonesa entrou em significativo declínio, sendo gradualmente substituída pelo castelhano. No século XVI, com a absorção de Aragão e Navarra e a formação do reino de Espanha, Leão manteve-se como uma capitania-geral do reino, figurando o seu título entre os vários que os reis de Espanha possuíam; só em 1833 desapareceu de jure e de facto o velho reino, transformando-se então na moderna província de Leão; contudo, partes significativas do antigo reino integram hoje as comunidades autónomas de Castela-Leão, Extremadura, Galiza e Astúrias.

Reis de Leão

O reino medieval de Leão teve a sua origem na transferência da capital do reino das Astúrias de Oviedo para a cidade de Leão, nos tempos de Afonso III das Astúrias. Mais tarde, por sua morte, este rei dividiu o seu reino entre os seus três filhos: Fruela II governou nas Astúrias, Ordonho II na Galiza, e Garcia I em Leão; pelas suas mortes sucessivas, todos viriam a reinar sobre o reino de Leão.
Entidade hegemónica, por alguns períodos de tempo o reino de Leão se dividiu noutros vários reinos (Castela, Galiza, Portugal), para depois se voltar a unificar (excepto Portugal, que não mais voltou à sua órbita); extinguiu-se em 1230, quando foi definitivamente absorvido por Castela; desde então os reis daquele reino foram também reis de Leão.
Lista de reis de Leão
O reino medieval de Leão teve a sua origem na transferência da capital do reino das Astúrias de Oviedo para a cidade de Leão, nos tempos de Afonso III das Astúrias. Mais tarde, por sua morte, este rei dividiu o seu reino entre os seus três filhos: Fruela II governou nas Astúrias, Ordonho II na Galiza, e Garcia I em Leão; pelas suas mortes sucessivas, todos viriam a reinar sobre o reino de Leão.
Entidade hegemónica, por alguns períodos de tempo o reino de Leão se dividiu noutros vários reinos (Castela, Galiza, Portugal), para depois se voltar a unificar (excepto Portugal, que não mais voltou à sua órbita); extinguiu-se em 1230, quando foi definitivamente absorvido por Castela; desde então os reis daquele reino foram também reis de Leão.
Índice
1 Dinastia Asturo-leonesa ou Pelagiana (866-1037)
2 Dinastia de Navarra ou Ximena (1037-1126)
3 Dinastia da Borgonha (1126-1230)
4 Dinastia da Borgonha (restauração: 1284-1285 e 1296-1301)
5 Dinastia de Lencastre (1371-)

Dinastia Asturo-leonesa ou Pelagiana (866-1037)
Afonso III de Leão, o Grande ou Afonso Magno de Leão (866-910)
Garcia I de Leão (910-914)
Ordonho II de Leão (914-924), também rei da Galiza (910-924)
Fruela II de Leão (924-925), também rei das Astúrias (910-925)
Sancho Ordonhes (925), reinado contestado; foi deposto pelo primo Afonso Froilaz; também rei da Galiza (925-929)
Afonso Froilaz (925-926), reinado contestado; foi deposto pelo primo Afonso IV de Leão; também rei da Galiza (925-926), em oposição a Sancho Ordonhes Afonso IV de Leão, o Monge (925-931) (morreu em 933)
Ramiro II de Leão (931-951)
Ordonho III de Leão, o Grande (951-956)
Sancho I de Leão, o Crasso ou o Gordo (1.ª vez: 956-958)
Ordonho IV de Leão, o Mau (958-960)
Sancho I de Leão, o Crasso ou o Gordo (2.ª vez: 960-966)
Ramiro III de Leão (967-984)
Bermudo II de Leão, o Gotoso (982-999)
Afonso V de Leão, o Nobre (999-1028), o primeiro a usar o título de rei de Castela (como Afonso V de Castela)
Bermudo III de Leão (1028-1037)
Sancha I de Leão (1037-1065), irmã de Bermudo III, casada com Fernando, primeiro rei de Castela; era de jure a rainha de Leão, como o comprovam as crónicas da época

Dinastia de Navarra ou Ximena (1037-1126)
Depois de derrotar as tropas leonesas e da morte do rei Bermudo III, Fernando I, que já era rei de Castela (que se autonomizara de condado em reino chefiado pelos reis de Navarra), acedeu ao trono de Leão; o seu direito fundamentava-se no casamento como Sancha, irmã de Bermudo; trata-se da primeira unificação dos tronos de Leão e Castela.
Fernando I de Leão e Castela, o Grande (ou Fernando Magno), rei de Castela (1035-1065) e rei consorte de Leão (1037-1065); a soberana de Leão é, de jure, a sua esposa Sancha. Depois da morte de Fernando, o reino foi repartido pelos seus três filhos, Garcia (Galiza), Sancho (Castela) e Afonso (Leão).
Afonso VI de Leão e Castela, o Bravo, rei de Leão (1065-1109), da Galiza (1071-1109) e de Castela (1072-1109), usando o título de imperador a partir de 1073 Sancho II de Leão e Castela, o Forte, rei de Castela (1065-1072), chegou a reinar durante alguns meses de 1072 sobre Leão, que desapossou ao seu irmão. Urraca de Leão e Castela (1109-1126), casada com Raimundo da Borgonha (m. 1107) e depois com Afonso I de Aragão, o Batalhador, rei-consorte, não de jure Dinastia da Borgonha (1126-1230)
Afonso VII de Leão e Castela, o Imperador, usando o título de imperador (1126-1157)
Depois da morte de Afonso VII, o reino foi repartido pelos seus dois filhos, Fernando (Leão) e Sancho (Castela e Toledo).
Fernando II de Leão (1157-1188)
Afonso IX de Leão, o Baboso (1188-1230), casado com Berengária de Castela
Sancha II de Leão e Dulce I de Leão (1230)
Após a morte de Afonso IX, o seu filho Fernando, já rei de Castela (herança materna), herdou também a coroa de Leão, apesar de o seu pai o ter deserdado em favor das filhas Sancha e Dulce. Pelo acordo de paz firmado por mediação da sua mãe, Santa Teresa de Portugal, estas renunciaram ao trono em favor do meio-irmão; foi então que se deu a unificação definitiva das coroas de Leão e Castela, mantendo-se embora os privilégios, foros e costumes próprios de cada reino em separado.

Dinastia da Borgonha (restauração: 1284-1285 e 1296-1301)
Surgiram ainda novas tentativas de autonomizar o velho reino de Leão. O sucessor de Fernando III, o célebre Afonso X, o Sábio, deserdou em 1282 o seu segundo filho (o futuro Sancho IV de Castela), com quem se inimistara, atribuindo ao neto que tinha tido do seu varão mais velho, Fernando de Lacerda, a coroa de Castela, e ao seu filho terceiro, João de Castela, a coroa de Leão. Por morte do rei, Sancho faz-se coroar, contra o estabelecido em testamento, rei de Leão e Castela, e o seu irmão João declara-se rei de Leão. Contudo, Sancho domina a situação, e só depois da sua morte, o infante D. João, aproveitando a menoridade de Fernando IV de Castela, governa de facto Leão como reino autónomo.

Dinastia de Lencastre (1371-)
Após o assassinato do rei Pedro I de Castela, o último membro da dinastia da Borgonha, e a subida ao trono do Trastâmara, Henrique II de Castela, o duque de Lencaster João de Gaunt casou-se com uma filha daquele, Constança, e julgou-se com pretensões ao trono; foi aclamado rei por alguns nobres leoneses, mas a aceitação não foi total. 

Matos

Origem Portuguesa
Família das mais antigas de Portugal, pois descende dos Reis de Leão, por D. Hermigo Alboazar, senhor do castelo de Távora, e de sua mulher, D. Dórdia Osores, de quem foi filho D. Egas Hermigues. Este D. Egas, bisneto por varonia de D. Ramiro II de Leão, casou com D. Gontinha Eriz, filha de D. Ero, Conde de Lugo e um dos maiores senhores do seu tempo. Pelo seu grande valor foi D. Egas Hermigues chamado o Bravo. Fundou o mosteiro do Freixo, com sua mulher, de quem teve D. Paio Viegas, herdado no concelho de Argos, comarca de Lamego, onde fez a quinta de Matos, na qual viveu. Do seu matrimônio nasceu D. Hermigo Pais de Matos, sucessor da casa paterna e primeiro do apelido, que tornou da quinta cujo senhorio tinha. Foi, também, senhor das quintas do Amaral e de Cardosos e muito devoto do mosteiro de Santo Agostino lhe deram carta de seu familiar, a fim de poder lograr as indugências concedidas pelos Papas aos familiares da ordem. No livro dos óbitos do mesmo mosteiro, chamando-se-lhe "familiaris Sanctae Crucis" se refere a sua morte, ocorrida em as nonas de Novembro. Teve do seu casamento vários filhos, dois dos quais foram, respectivamente, progenitores das quintas do Amaral e de Cardosos, de que tomaram os seus apelidos.
O filho mais velho, Paio Hermigues de Matos, sucedeu no senhorio da quinta de Matos e no da de Rousais, viveu em tempo de D. Sancho II e D. Afonso III, foi senhor do casal de Neomais, trazendo as referidas quintas por honra, como se vê das Inquirições, em que lhe chama miles, e tinha muitas herdades, compradas a Martim Anes, João Moniz, João Gonçalves e Pedro Feio, situadas em Ruivães, termo de Vila Boa, e na vila de Santa Maria. Do seu matrimónio houve geração que propagou o apelido de Matos.
Manuel de Souza da Silva deixou, em louvou desta família, os seguintes versos:
O lugar de Matos tem
de Aregos no julgado
o solar assinalado
de Matos, e dele vem
todo o seu gremio honrado.
Fonte : livro ARMORIAL LUSITANO - Genealogia e Heráldica, dir. pelo Doutor Afonso Eduardo Martins Zúquete, Editorial Enciclopédia, Lisboa, 1961
Nome de raízes toponímicas, foi tirado de uma quinta com tal designação sita na comarca de Lamego. Dizem os genealogistas que esta estirpe provém de D. Egas Hermiges, bisneto por varonia de D. Ramiro II, Rei de Leão. Pela sua grande valentia, teve aquele D. Egas a alcunha de o Bravo. Fundou o Convento do Freixo e fez a quinta a que acima se fez referência. Foi seu filho e herdeiro D. Hermígio Pais de Matos, por quem se seguiu a linhagem. Por documentos, contudo, apenas podemos remontar a um cavaleiro que se chamou Paio Hermigues de Matos, contemporâneo dos reis D. Sancho II e D. Afonso III, que era senhor daquela quinta e trazia outras por honras, como se verifica pelas Inquirições. Na sua descendência se continuou o uso daquele apelido. As armas usadas pelos deste apelido são: De vermelho, com um pinheiro de verde, arrancado de prata, sustido por dois leões de ouro, armados e lampassados de azul, afrontados. Timbre: um leão sainte, de ouro, armado e lampassado de azul, tendo um ramo de pinheiro de verde na mão.

Fonte: Guarda-Mor, Edição de Publicações Multimédia Lda.

Anonymous ES - Recado urgente para os capixabas


Atenção a todos 
Vamos depor os políticos do Brasil já.
chega de fazermos lero ,lero
vamos pra rua depor todos
vamos invadir brasília e expulsar 
os deputados senadores 
A madame déficit e sua côrte petista com todos dentro.
NOS PODEMOS.
VAMOS PARA AS RUAS DEPOR A CÔRTE POLÍTICA JÁ
A PRIMAVERA CHEGOU
O INVERNO NUNCA FALHA EM SE TORNAR PRIMAVERA...
VIVA A REVOLUÇÃO

ASSISTI E GOSTEI VEJAM
                                      http://www.youtube.com/watch?v=sqkd8YQI_AY

















SUTRA DE LÓTUS - TRADUÇÃO

FORA MADAME DÉFICIT FORA PT FORA POLÍTICOS , NA MANIFESTAÇÃO DE QUINTA -FEIRA DIA 11/07/13 QUERO VER OS JAGUNÇOS DOS PETISTAS DESCEREM O PAU NA CUT

FORA MADAME DÉFICIT
FORA PT
FORA POLÍTICOS ,
NA MANIFESTAÇÃO DE QUINTA -FEIRA DIA 11/07/13
QUERO VER OS JAGUNÇOS DOS PETISTAS DESCEREM O PAU NA CUT.


"PT - Um retrato na parede". Por Ricardo Noblat

Se você imaginava que o PT se resignaria em ser expulso das ruas pelos manifestantes que convulsionam pedaços das maiores cidades do país, sinto muito, enganou-se.

Avalizada por Dilma, a ordem foi emitida pela direção do partido: lustrem as estrelas guardadas junto com antigas lembranças. Espanem a poeira das bandeiras rotas. Dispam-se dos trajes de burocratas. Todos às ruas na próxima quinta-feira.

Pouco importa que o “Dia Nacional de Luta”, que prevê passeatas e greves, tenha sido convocado pelas centrais sindicais e movimentos afins.

O PT não amanhecerá menor no dia seguinte só porque pegou carona em ato alheio.

De resto, é o governo que tudo financia. Até mesmo o que poderá machucá-lo um pouquinho. O peleguismo renovou-se. Mas não deixou de ser peleguismo.

Que palavras de ordem gritará o PT? O que cobrará por meio de faixas e cartazes?


Leia a íntegra no blog: http://migre.me/fmZ6X



 COMPARTILHEM A GANGUE DO PT EM FOTO HISTÓRIA
NA IMPOSSIBILIDADE DE DECLARAR A PRÓPRIA HONESTIDADE SEM PROVOCAR GARGALHADAS EM PLATÉIAS A PARTIR DOS TRÊS ANOS DE IDADE, A NOVA ATIVIDADE DOS PETRALHAS É TENTAR TRAGAR QUALQUER CIDADÃO BRASILEIRO QUE NÃO FAÇA PARTE DA SUA GANGUE DE PILANTRAS PARA O MESMO PÂNTANO DE IMUNDÍCIES.

USANDO PARA ISSO SEUS LACAIOS, PARASITAS, PUXA-SACOS E INÚTEIS ESPALHADOS PELA IMPRENSA E PELA INTERNET, OS MEMBROS DA SEITA LULOPETISTA SE DEDICAM DIARIAMENTE A UMA SÓ TAREFA: TENTAR PROVAR QUE TODOS OS BRASILEIROS SÃO TÃO CANALHAS, CRETINOS E CORRUPTOS QUANTO ELES.

Para azar da seita que venera corruptos, Joaquim Barbosa é um homem honesto

Por Augusto Nunes

O ministro Joaquim Barbosa já esclareceu que nunca figurou em listas de passageiros da FABTur. Quando viaja entre Brasília e o Rio de Janeiro, o presidente do Supremo Tribunal Federal usa passagens aéreas da cota a que têm direito todos os integrantes da corte. Foi o que fez na última sexta-feira de maio, quando embarcou para o fim de semana em seu apartamento no Rio.

Na tarde de 2 de junho, convidado por Luciano Huck, Barbosa assistiu no camarote do apresentador da Globo ao jogo entre o Brasil e a Inglaterra. Ele não estava no Maracanã na final da Copa das Confederações. Estes são os fatos. O resto é coisa dos blogueiros de aluguel a serviço dos corruptos que o ministro não tem medo de punir. São eles os responsáveis pela disseminação de invencionices que eventualmente confundem também jornalistas íntegros.

Como já não pode esconder que é chefiada por sacerdotes bandidos, a seita lulopetista mantém ativada 24 horas por dia a usina de mentiras destinadas a provar que todos os brasileiros são gatunos ou vigaristas. Os decentes são milhões, avisa a revolta da rua. E estão indignados com a turma contemplada pelo governo com a licença para roubar impunemente.

A infâmia do momento tenta convencer a plateia de que não há diferenças entre uma viagem regular do relator do mensalão e a farra aérea protagonizada por gente como Lula, Rose Noronha, Sérgio Cabral, Garibaldi Alves, Renan Calheiros ou Henrique Alves. Infelizmente para o bando que venera quadrilheiros, o ministro nada fez de ilegal ou imoral.

Logo serão julgados os derradeiros recursos dos condenados pela roubalheira descoberta em 2005. Os participantes das manifestações de protesto exigem o cumprimento das penas fixadas pelo STF. A última esperança da quadrilha é arrastar o relator para o pântano. Não vão conseguir. Para desgraça dos mensaleiros, e para sorte do país que presta, os defeitos do presidente do STF não incluem a desonestidade.

Joaquim Barbosa não está na mira do clube dos cafajestes pelos surtos de intolerância ou por espasmos populistas. Não virou alvo pelos erros que comete, mas por ter deixado muito claro que existem no Brasil juízes sem medo.

Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/direto-ao-ponto/para-azar-da-seita-que-venera-corruptos-joaquim-barbosa-e-homem-honesto/





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