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terça-feira, 30 de outubro de 2012

A HOMOFOBIA MAIS UMA VEZ POE OS CAPIXABAS NA MIRA DA IMPRENSA NACIONAL.


A HOMOFOBIA MAIS UMA VEZ POE OS CAPIXABAS NA MIRA DA IMPRENSA NACIONAL.

COM TANTOS POLÍTICOS HOMOFÓBICOS AQUI: 

MAGNO MALTA, NEUCIMAR FRAGA,SUELY VIDIGAL,AUDIFAX BARCELLOS,E TODA CORJA E TODA CORJA DA BANCADA EVANGÉLICA PREGAM AÇÕES COMO ESTAS AI ESPANCAMENTO E MORTE AOS HOMOSSEXUAIS

Jovem lésbica é torturada e tem a casa destruída por mãe da namorada

Por Redação em 30/10/2012 às 19h06
Jovem lésbica é torturada e tem a casa destruída por mãe da namorada
Até que ponto chega a raiva de uma mãe que não aceita a homossexualidade da sua filha. Uma jovem de 20 anos, da cidade de Cariacica, no Espírito Santo, foi agredida pela própria sogra na noite do último domingo (28).

Segundo Rafaela Zeni, a agressora descobriu o relacionamento que ela estava tendo com sua filha de 15 anos há 3 meses. A sogra surgiu na casa de Rafaela acompanhada do filho, que é policial militar, para acuar e torturar a vítima. A jovem teve o cabelo cortado, um dente quebrado e ferimentos na boca, além de ter sido ameaçada de morte.

"Ela foi até a minha casa, quebrou tudo, levou dinheiro, rasgou minhas roupas, molhou tudo. As roupas que tenho são as do corpo, que estavam na minha mochila. Ela pegou o chip do meu celular e deve estar ligando e ameaçando todos da minha família", contou Rafaela.

Após destruir a casa da jovem, a mãe partiu para cima da menina. "Ela me jogou dentro do carro e me mandou ficar quieta. Disse que se eu tentasse correr, iria meter tiro nas minhas costas. Ela e o filho do policial sentaram do meu lado. Ela pegou a tesoura, me mandou abaixar a cabeça, cortou meu cabelo e me deu um soco na boca. Ela falou que se eu procurasse a polícia ou falasse com alguém, iria me matar", relatou a vítima.

A jovem procurou a delegacia de Campo Grande, em Cariacica, acompanhada de sua mãe, para prestar queixa. "Eu não acho isso justo. Ela nos ameaçou. Falou que se a gente viesse à polícia, ela iria matar minha filha. Ela disse que poderia ser presa, mas iria botar meio mundo atrás da gente. A gente é trabalhadora, a gente não é vagabunda. Hoje, nós perdemos um dia de serviço para estar aqui atrás disso. É muita injustiça", desabafou Cirlene Helena Zeni dos Santos, mãe de Rafaela, que trabalha como auxiliar de serviços gerais.

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