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segunda-feira, 7 de março de 2016

CANÁRIO CANTA NA POLICIA FEDERAL NESTA MANHÃ ENSOLARADA

CANÁRIO CANTA
 NA POLICIA FEDERAL
 NESTA MANHÃ ENSOLARADA
07 de Março de 2016
A nova sensação, na Lava Jato,
 é a disposição do empresário Marcelo Odebrecht,
 ex-presidente da empreiteira,
 de prestar depoimento sob delação premiada.
 Ele já está sendo ouvido e
 “começou a cantar mais que canário”,
 segundo fonte com acesso à força-tarefa.
 É muito temida no PT e no Palácio do Planalto
 a delação de Marcelo,
 maior parceiro dos governo do PT –
 que o beneficiaram com negócios bilionários.
A delação de Marcelo Odebrecht é tão temida
 que Dilma queria tirá-lo da cadeia o quanto antes,
 conforme o senador Delcídio do Amaral.
Vem mais
A Polícia Federal está investigando, há dias, muitos dos trechos
que constam da delação premiada de Delcídio do Amaral que deverá
ser homologada pelo ministro Teori Zavascki, que reclamou apenas do vazamento.
Nos últimos dias, o senador vinha ligando para uma série de políticos
 e congressistas garantindo que não havia feito delação premiada.
 A Polícia Federal havia tido acesso a muitos pontos da delação
e já estava em campo debaixo da maior discrição.
 Ou seja: mais ações da corporação deverão vir por aí,
envolvendo figuras citadas por Delcídio.
Em muitos pontos dos depoimentos,
 a PF já tinha indícios de que o senador não mentira.
Rabo preso
Tanto em relação aos depoimentos explosivos de Delcídio Amaral
e mesmo com referencia à nova operação da Lava-Jato,
que levou Lula a depor em Congonhas na base da condução coercitiva,
 figuras conhecidas da oposição falaram menos do que os brasileiros
 achavam que iriam falar. Os que comentaram toda a reviravolta
de cena política nacional usaram uma linguagem muito comedida
– e falaram pouco.
 Há quem aposte que alguns deles poderiam ter o rabo preso.

QG investigado
A força-tarefa da Polícia Federal investiga pagamento de valores
 feitos por construtoras beneficiadas no esquema da Petrobras
 em favor do Instituto Lula e a empresa LILS Palestras.
 A maior parte do dinheiro, entre 2011 e 2014, vieram da Camargo Correa,
 OAS, Odebrecht, Andrade Gutierrez, Queiroz Galvão e UTC.
 No Instituto Lula, foram R$ 20,7 milhões entre R$ 35 milhões
 e na LILS, foram R$ 10 milhões entre R$ 21 milhões.
 Os investigadores também apontam saída de recursos
 para empresas de parentes de Lula.
Projeto Down
Prevenidos
A 24ª Operação da Lava-Jato não pegou Lula, familiares,
 assessores, e amigos chegados desprevenidos.
 Há uma semana, o ex-presidente ficou à espera dos agentes logo cedo:
 era alarme falso e ele imaginava que poderia até ser preso.
 A Polícia Federal recuou e marcou nova data: contava com o efeito-surpresa.
 Mais: os mandados de condução coercitiva e apreensão
 foram expedidos pelo Ministério Público Federal.
 Ou seja: Lula fica sem poder reclamar de seus alvos favoritos,
Ministério da Justiça, PF e MP de São Paulo.
Contas na Suíça
A Divisão de Inteligência da Policia Federal está descompactando
 o arquivo com a lista de oito mil brasileiros que, supostamente,
 têm contas na Suíça, finalmente liberada pelo ministério publico da França.
 O senador Randolfe  Rodrigues  (Rede-AP), da CPI do HSBC,
acha que acesso da comissão à lista dos correntistas brasileiros
 poderá ocorrer ainda neste mês. Depois de descompactar os arquivos,
 serão analisados pela Polícia Federal. Tem 2 terabytes de dados,
 uma verdadeira montanha de dados.
Avisado
A Polícia Federal acha
 que a nova operação da Lava-Jato
vazou antes para Lula, familiares,
 empresas amigas e assessores.
 No mês passado, um blog lulista
avisava que seria feito um pedido de quebra
de sigilo bancário e fiscal contra o ex-presidente,
 familiares, sócios e empresas.
A Lava-Jato já tem depoimentos, testemunhas
 e provas contra esse grupo,
mas está em campo porque acha
que muita gente tentou destruir provas.
 Se descobertos, serão processados por obstrução à justiça.
Primeira reação
Na semana passada, com a delação
premiada de Delcídio Amaral ganhando
força na internet e nos telejornais,
 a presidente Dilma Rousseff teve
 um novo grande descontrole, falando alto, xingando Delcídio,
chegando a chorar, até recuperar parte de sua estabilidade emocional
e convocar os ministros para a reunião do Planalto.
Na nota oficial, não desmentiu acusações de Delcídio,
 como também o Instituto Lula não soltou nenhuma outra nota,
 tentando desacreditar o senador.
Comparações
Nas primeiras horas da repercussão da delação premiada de Delcídio Amaral na mídia, jornalistas começaram a fazer comparações em torno dele: alguns chamavam-no de “o novo Roberto Jefferson”, outros, de “Pedro Collor”. O primeiro denunciou o mensalão, o segundo derrubou o irmão, Fernando Collor.
Movimentada
Quando o baiano Wellington Cesar tomava posse
no Ministério da Justiça, o país acompanhava os efeitos da delação premiada de Delcídio Amaral nas rádios,
 TVs e internet. Na manhã seguinte,
 ele foi acordado com a nova operação da Lava-Jato e a condução coercitiva do ex-presidente Lula.
Um assessor não aguentou:
 “Sua passagem pelo ministério promete ser bem movimentada”.










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