PRAIA DE ITAPARICA,VILA VELHA ,ES,BR

PRAIA DE ITAPARICA,VILA VELHA ,ES,BR
ENTARDECER NA PRAIA DE ITAPARICA,VILA VELHA,ES,BR

SERGIO DE MATOS Headline Animator

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

VOCÊ JÁ OUVIU FALAR EM: "OBSOLESCÊNCIA PROGRAMADA" ?

VOCÊ JÁ OUVIU FALAR EM: "OBSOLESCÊNCIA PROGRAMADA" ???
http://www.youtube.com/watch?v=q97DdVViqLg
Eu se fosse vc tiraria uma nesga de seu tempo para assistir este documentário, que fala sobre a programação que os aparelhos que compramos recebem nas fábricas, tudo neste mundo FAKE funciona no prazo de validade, o que aumenta o CONSUMO de nosso planeta... Veja como uma impressora é programada para parar de funcionar, só para que compremos outra impressora, assim como as lâmpaas incandescentes que são comercializadas e estas foram consideradas pelo seu inventor, uma falha que não serviam para nada do resultado final que ele esperava... O porque da bateria dos primeiros iPod´s terem a vida útil muito curta, enfim, não vou contar o documentário todo, assista e aprenda que este mundo é um mundo FAKE, e tudo tem um período muito curto de validade... 


http://www.youtube.com/watch?v=q97DdVViqLg
https://www.youtube.com/

OS PETISTAS QUE APOIAM OS MOVIMENTOS DITATORIAIS NO MUNDO ADORAR ESTAS CENAS.

OS PETISTAS QUE APOIAM OS MOVIMENTOS DITATORIAIS NO MUNDO 
ADORAR ESTAS CENAS.

http://www.youtube.com/watch?v=CMijGEaE60g

                                                            FOTOS E FATOS



                        VAMOS CAÇAR OS RATOS PETISTAS E EXTERMINA-LOS











sábado, 21 de setembro de 2013

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

7º Manifesto do Orgulho LGBT de Vila Velha

7º Manifesto do Orgulho LGBT 

de Vila Velha

Tema: "PARA O ARMÁRIO NUNCA MAIS!"

União e conscientização na Luta contra a Homofobia.

Data: 13 de Outubro de 2013.

Horário: Início ás 13:00 horas.

Local: Avenida: Santa Leopoldina (em frente a 


faculdade Novo Milênio ) em Coqueiral de Itaparica -

 Vila velha.

#paradagayvilavelha #paradagayES #sougay 


#respeito#direitos




ADIVINHEM PORQUE LULA E DILMA GANHARAM AS ELEIÇÕES NO NORDESTE DO BRASIL?

ADIVINHEM PORQUE LULA E DILMA GANHARAM AS

 ELEIÇÕES NO NORDESTE DO BRASIL?

FINANCIAVAM O CRACK?
BANCAM CRACKEIROS PARA SEREM SEUS CABOS ELEITORAIS DO PT?
VEJAM AQUI
UMA DAS MAIORES CONQUISTAS DO PETISMO DE LULA DILMA EM 10 ANOS
O CRACK SE ESPANDE NO BRASIL
AS GRANDES CONQUISTAS DOS 10 ANOS DE PETISMO NO BRASIL
O CRACK CONQUISTA A JUVENTUDE DO BRASIL..
OBRIGADO LULA E DILMA POR ACABAREM COM A NOSSA JUVENTUDE
AS ALIANÇAS DO PETISMO COM NARCOTRAFICANTES,
DEU ESTE RESULTADO .
PARA SE MANTEREM NO PODER DEVASTAM O BRASIL COM DROGAS..
E TEM GENTE QUE AINDA VOTA EM LULA E DILMA
EM PETISTAS VAGABAS E SEUS ALIADOS.....
FORA LULA, FORA DILMA,
FORA PT CHEGA DE TANTA DROGA NO BRASIL
NÃO PRECISAMOS DE MAIS CRAQUEIROS.













Brasil tem 37O MIL


 

USUARIOS REGULARES DE CRACK

Estudo indireto com 25 mil pessoas mediu consumo por 6 meses em 2012.
Nordeste lidera lista em números absolutos, e 14% do total são menores.

Luna D'Alama, Rafaela Céo e Isabella FormigaDo G1, em São Paulo e em Brasília
1025 comentários

Usuários de crack se reúnem no centro de São Paulo nesta segunda-feira (14). (Foto: Yasuyoshi Chiba/AFP)Usuários de crack reunidos no centro de São Paulo em imagem de janeiro (Foto: Yasuyoshi Chiba/AFP)
  •  
O crack em números:
370 mil usam a droga nas capitais
80% dos usuários são homens
80% usam droga em local público
80% são não brancos
65% fazem 'bicos' para sobreviver
60% são solteiros
40% vivem nas ruas
40% estão no Nordeste
30% das usuárias já fizeram sexo para obter a droga
10% das usuárias ouvidas estavam grávidas
Usuários têm 8 vezes mais HIV
Tempo médio de uso é de 8 anos
16 é a média de pedras por dia
Um levantamento feito pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), ligada ao Ministério da Saúde em parceria com a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), do Ministério da Justiça, revela que cerca de 370 mil brasileiros de todas as idades usaram regularmente crack e similares (pasta base, merla e óxi) nas capitais ao longo de pelo menos seis meses em 2012.
Por "uso regular", foi considerado um consumo de pelo menos 25 dias nos seis meses anteriores ao estudo, de acordo com definição da Organização Panamericana de Saúde (Opas).
Esse número de 370 mil pessoas corresponde a 0,8% da população das capitais do país e a 35% dos consumidores de drogas ilícitas nessas cidades. Além disso, 14% do total são crianças e adolescentes, o que equivale a mais de 50 mil usuários.
O estudo foi realizado com 25 mil pessoas de forma domiciliar e indireta, ou seja, cada indivíduo respondeu a questões sobre suas redes sociais (familiares, amigos e colegas de trabalho residentes no mesmo município) de forma geral e também especificamente sobre o uso de crack e outras drogas.
O resultado, portanto, é uma estimativa do que ocorre nas 26 capitais e no Distrito Federal – em outra pesquisa da Fiocruz, por exemplo, feita de forma direta com 7 mil entrevistados em 112 municípios (incluindo capitais e regiões metropolitanas) entre o fim de 2011 e junho de 2013, o total não passou de 48 mil usuários de crack e similares.
Consumo de crack no Brasil, por região (Foto: Arte/G1)
Segundo os autores, a metodologia indireta, chamada Network Scale-up Method (NSUM), permite que populações de difícil acesso (como presos, hospitalizados, estudantes, militares, religiosos, fugitivos e vítimas de catástrofes) também entrem nessa conta.
De acordo com o secretário da Senad, Vitore Maximiano, essas duas pesquisas são as maiores já feitas sobre crack no mundo, pelo número de entrevistados e pelo volume de dados gerados.
"Somando-se os dois estudos, são 32 mil questionários produzidos. Estamos investigando uma população oculta, que tem dificuldade de revelar seu uso, suas prevalências, porque há a questão criminal, a discriminação", destaca.
Maximiano diz que o usuário de crack, conforme os resultados, é alguém que vive uma forte exclusão social, tem baixa escolaridade e dificuldade de inserção no mercado de trabalho, com predominância de indivíduos não brancos (80%) e em situação de rua.
Nordeste lidera ranking
Entre as regiões do Brasil, o Nordeste lidera o uso regular de crack e similares, com 40% do total, seguido do Sudeste, do Centro-Oeste, do Sul e do Norte (veja o gráfico acima). Além disso, cerca de 80% dos usuários dessas substâncias fazem isso em lugares públicos e de grande circulação, como as ruas.
Estamos investigando uma população oculta, que tem dificuldade de revelar seu uso, suas prevalências, porque há a questão criminal, a discriminação"
Vitore Maximiano,
secretário da Senad
Nas capitais do Sudeste e do Centro-Oeste, o crack e similares correspondem a 52% e 47%, respectivamente, de todas as drogas ilícitas (com exceção de maconha) consumidas nessas cidades. Já no Norte, o crack tem uma participação menor no total: cerca de 20%.
Além disso, as capitais do Nordeste são as que concentram mais crianças e adolescentes usuários de crack e similares, com 28 mil pessoas. No Sul e no Norte, esse número é de cerca de 3 mil indivíduos em cada região.
Segundo Maximiano, o alto uso de crack no Nordeste está ligado ao Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) local, onde há uma população mais carente. Essa droga acaba sendo, portanto, uma alternativa barata. Já no Sul, a relação é de ordem sociológica, pois lá as pessoas tradicionalmente consomem mais drogas (sobretudo injetáveis) que a média nacional.
Nas mesmas cidades analisadas, estima-se que 1 milhão de pessoas usem drogas ilícitas em geral (cocaína, heroína, ecstasy, LSD, etc), com exceção de maconha. De acordo com os autores, ainda não é possível fazer um estudo em todo o país porque não há bancos de dados nacionais com informações suficientes sobre grupos específicos da população.
Jovem segura cachimbo para fumar crack em São Luís (MA) (Foto: Reprodução/TV Mirante)Cachimbo é a forma mais usada para fumar crack
no Brasil, diz estudo (Foto: Reprodução/TV Mirante)
Usuário difícil de encontrar
Na opinião do pesquisador da Fiocruz Francisco Inácio Bastos, um dos coordenadores dos levantamentos, em estudos tradicionais com perguntas diretas não é possível identificar os usuários de crack e similares em casa, pois eles estão nas ruas. Para ter acesso a essas pessoas, então, é preciso ir em busca de suas redes de contatos.
Além de estarem fora de casa, os indivíduos que consomem drogas como o crack são mais estigmatizados que aqueles que usam maconha ou álcool, na opinião de Bastos. Por isso, a maioria dos usuários não assume o vício.
Entre as perguntas feitas pelo método indireto, incluídas em uma lista com cerca de 100 questões, estavam: "Você conhece alguém que usa crack? Quantas pessoas?" Além disso, o levantamento reuniu perguntas sobre o programa Bolsa Família e outros assuntos que, depois, foram confirmados em cadastros oficiais das capitais.
Sobre as "cracolândias", Bastos diz que esse não é um fenômeno comum e está mais restrito a São Paulo e ao Rio de Janeiro, pois para esses locais existirem é preciso de alguns pré-requisitos, como grande densidade urbana, ausência do poder público naquele determinado lugar e uma cadeia de distribuição de drogas de grande porte.
O relatório da Fiocruz conclui que o estudo indireto pode servir de base para futuras pesquisas sobre crack com essa mesma metodologia, a fim de gerar uma série histórica confiável. A partir dele, na visão dos autores, também é possível pensar em políticas públicas e estratégias voltadas principalmente para crianças e adolescentes.
PM apreende 180 pedras de crack e dois são detidos em Uberlândia, MG (Foto: Reprodução/TV Integração)Pedras de crack apreendidas em janeiro em
Uberlândia (MG) (Foto: Reprodução/TV Integração)
Homem jovem, solteiro e de rua
O outro levantamento da Fiocruz, feito de forma direta com 7 mil pessoas de 18 anos ou mais em 112 municípios, entre 2011 e 2013, envolveu cerca de 400 perguntas e teve como base o método Time-Location Sampling (TLS), para analisar o perfil dos usuários e o cenário de consumo.
As cidades pesquisadas foram as 26 capitais, o Distrito Federal, nove regiões metropolitanas e municípios de médio e pequeno porte. Os locais de estudo foram as próprias cenas de uso de crack e serviços de saúde próximos.
A média de idade dos entrevistados era de 30 anos. Por sexo, os usuários se mostraram predominantemente homens, representando quase 80% do total. Em levantamentos anteriores sobre crack e cocaína, essa proporção era menor: cerca de 60%, contra 40% de mulheres. Esse índice encontrado agora, segundo a Fiocruz, tem relação com uma maior presença masculina no tráfico e em cenários abertos de uso de drogas.
Entre as mulheres usuárias de crack ouvidas, 10% estavam grávidas naquele momento e mais da metade já havia engravidado pelo menos uma vez desde o começo do vício.
Além disso, a maioria (60%) dos usuários de crack declarou ser solteira, 40% vivem nas ruas, 65% fazem trabalhos esporádicos ou autônomos e muitos não chegaram a concluir o ensino médio ou entrar no ensino superior. Atividades ilícitas, como tráfico de drogas e furtos/roubos, foram admitidas por apenas 6,4% e 9% dos entrevistados, respectivamente.
A principal motivação para usar crack e similares foi curiosidade/vontade, apontada por mais da metade dos entrevistados. Em seguida, vieram pressão dos amigos (26,7%) e problemas familiares ou perdas afetivas (29,2%). O baixo preço da droga também seria um fator contribuinte para a manutenção do vício ao longo do tempo, mas não determinante para o início da experimentação.
O tempo médio de uso foi de 8 anos nas capitais, contra 5 anos nos demais municípios. O número médio de pedras utilizadas por pessoa nas capitais foi de 16 ao dia, contra 11 nas outras cidades. O consumo dos homens foi mais prolongado, mas as mulheres usaram mais pedras por dia – até 21, contra 13 dos homens.
Além desses dados, quase 30% das usuárias de crack ouvidas admitiram trocar dinheiro ou drogas por sexo, contra 1,3% dos homens. Elas também foram maioria nos casos de violência sexual prévia: 44,5%, contra 7% no sexo masculino.
Mais de um terço de todos os usuários entrevistados admitiu, ainda, não ter utilizado preservativo em nenhuma das relações sexuais ocorridas naquele mês. E mais da metade (53,9%) nunca havia feito um teste de HIV, o que é algo preocupante, pois os usuários analisados apresentaram prevalência do vírus da Aids oito vezes maior que a da população geral.
A maioria (quase 75%) fumava crack em cachimbos, seguidos de latas (51,8%) e copos plásticos com tampa de alumínio (28,3%). Além disso, mais de 70% compartilhavam esses apetrechos, o que a Fiocruz chama atenção pelo risco de transmissões virais como hepatites.
Dos entrevistados que já tiveram alguma situação de overdose nos 30 dias anteriores à pesquisa, 44,7% passaram por isso pelo uso de crack e 22,4% sofreram intoxicação aguda em decorrência do abuso de álcool. E, ao todo, 41,6% relataram terem sido detidos no último ano, por motivos como posse de drogas (quase 14%), assalto/roubo (9,2%), furto/fraude/invasão de domicílio (8,5%) e tráfico ou produção de drogas (5,5%).

Resposta do governo
O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, anunciou nesta quinta-feira (19), durante entrevista coletiva em Brasília, que será feito um plano de três eixos para enfrentar o crack no país: um de prevenção, um de cuidados e outro de autoridade.
"(O primeiro) exige um conjunto de medidas de orientação social, que possa esclarecer os malefícios do uso do crack", explicou. Já o eixo de cuidados inclui tratar os usuários, contratar bons profissionais e manter um número suficiente de unidades de tratamento.
"O eixo autoridade tem a ver com medidas de segurança pública e o enfrentamento rigoroso das organizações de narcotraficantes", destacou.
O ministro afirmou também que os usuários de crack devem ser considerados dependentes químicos e, portanto, passíveis de tratamento, e não tratados com sanções penais.
"A maior parte dos usuários são pessoas de extrema vulnerabilidade social. Quando você vai ouvi-las, ao contrário do que muitos pensam, 80% querem tratamento e 92% querem apoio para conseguir emprego ou ensino para se reinserir socialmente", disse Cardozo.
Ações
Em dezembro de 2011, a presidente Dilma Rousseff lançou um conjunto de ações integradas para o combate ao crack com orçamento de R$ 4 bilhões do governo federal. Na ocasião, a presidente anunciou a criação de 2.462 leitos destinados ao tratamento de usuários de drogas.
Segundo o ministério, foi investido desde então R$ 1,5 bilhão em ações de implementação e custeio de serviços que atendem aos usuários de crack, e 85 das 308 unidades de rua previstas foram construídas. De acordo com o ministro, o programa segue "estritamente" o cronograma para usar os recursos.
"Desde o início do programa isso passa por uma pactuação com estados e municípios com a definição de uma matriz de responsabilidade, para que a partir daí você consiga fazer a alocação dos recursos", disse o ministro. "Você tem o tempo de articulação do programa, que é exatamente o que foi feito para fazer acordos e negociar com estados e municípios."
Segundo o governo, desde o início do programa foram criados 1.885 novos leitos em 37 Centros de Álcool e Drogas, 60 Unidades de Acolhimento, 85 Consultórios na Rua e enfermarias especializadas em álcool e drogas.
  •  
Exemplos de perguntas usadas na pesquisa direta sobre o perfil dos usuários de crack (Foto: Rafaela Céo/G1)Exemplos de perguntas usadas na pesquisa direta sobre perfil dos usuários de crack (Foto: Rafaela Céo/G1)

Transmissão do vírus MERS continua a confundir Os pesquisadores disseram que a transmissão do vírus mistério é mais complicado do que inicialmente previsto.

Transmissão do vírus MERS continua a confundir

Os pesquisadores disseram que a transmissão do vírus mistério é mais complicado do que inicialmente previsto.

Última modificação: 20 de setembro de 2013 06:59
Ouça a esta página usando ReadSpeaker
Email artigo

Imprimir artigo

Compartilhar artigo

Envie seu comentário

O ponto focal do surto MERS é a capital da Arábia Saudita, Riad, disseram pesquisadores [AFP]
Pesquisadores na Grã-Bretanha e na Arábia Saudita disseram que o perfil genético do vírus MERS tinha fornecido informações, mas nenhuma resposta, de como o micróbio misterioso se espalha.
Relatórios online no The Lancet , os cientistas disseram que tinham montado uma árvore genealógica do coronavirus causando Oriente Médio Síndrome Respiratória (MERS), utilizando amostras retiradas de 21 pacientes na Arábia Saudita.
Com a exceção de um conjunto de casos na cidade oriental de al-Hasa, o ponto focal da manifestação é a capital da Arábia Saudita, disseram.
"Estes resultados sugerem que o vírus em circulação na Arábia Saudita, é centrado em torno Riyadh, com excursões esporádicas para outros centros", disseram eles.
A sonda reiterou a teoria de que o vírus - chamados Mers-CoV por cientistas - provavelmente saltou para os humanos dos animais.
A história genética do vírus sugere que infecções de repetição podem ter ocorrido desde então, mas o que a fonte animal era, ou seja, ainda não está claro, disse.
Transmissão deste vírus parece ser mais complicada do que o previsto.
Alimuddin Zumla, professor da University College London 

Os testes estão sendo realizados em mamíferos na Arábia Saudita, que vão desde os camelos e morcegos para cabras.
O cluster em al-Hasa, ao contrário, mostra que cepas virais havia intimamente relacionados, o que é consistente com a propagação de humano para humano.
As amostras em Riyadh ter uma ampla diversidade genética, segundo o jornal.
Isto poderia significar que o vírus está sendo transmitido através de uma fonte animal que está sendo continuamente trazidos de outros lugares, disse.
Preocupações de peregrinação
Alternativamente, pode ser para o fato de que o capital é o maior centro populacional do país, o que o torna mais vulnerável à transmissão de humano a humano do vírus.
"Transmissão do vírus parece ser mais complicada do que o previsto", Alimuddin Zumla, professor da University College London, que ajudou a liderar The Lancet  estudo, disse em um comunicado de imprensa.
Uma fonte do "intermediário" pode também ser possível, já que a maioria dos casos conhecidos não tiveram contato direto com os animais conhecidos, acrescentou em uma conversa por telefone com a agência de notícias AFP.
Questionado sobre o que essa fonte poderia ser, ele disse que isso não era clara. Caminhos teóricos para explorar incluiria alimentos.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) disse nesta quinta-feira que havia sido informado de 132 casos confirmados em laboratório de MERS, incluindo 58 mortes.
Quarenta e nove das mortes foram na Arábia Saudita, segundo dados oficiais sauditas também emitido na quinta-feira.
Um dos maiores movimentos mundiais de pessoas, o hajj anual de peregrinação, é devido a ter lugar no próximo mês.
As autoridades pediram aos idosos e doentes crónicos para evitar o evento deste ano e cortar o número de pessoas que permitirá realizar a peregrinação. Cerca de dois milhões de pessoas são esperadas.
Zumla chamado para as autoridades de saúde para manter sua guarda, mas também observou que não houve surtos MERS no out 2012 hajj ou a julho 2013 Ramadan Umrah temporada.
Fonte:
AFP
Email artigo

Imprimir artigo

Compartilhar artigo

Envie seu comentário

OCULTAR COMENTÁRIOS
O conteúdo deste site é apenas para fins informativos gerais. Seus comentários são prestados por seu próprio livre arbítrio e você tomar inteira responsabilidade por qualquer responsabilidade direta ou indireta. Você decide nos fornecer uma licença irrevogável, ilimitada, e global sem contrapartida de usar, reutilizar, excluir ou postar comentários, de acordo com Regras & Diretrizes  e  Termos e Condições .

Cuidado ao idoso precisa 'definido para treble' até 2050

Cuidado ao idoso

 precisa 'definido para treble' até 2050



De mãos dadasNecessidades de cuidados pode colocar enorme pressão sobre as famílias

Histórias relacionadas

O número de idosos que necessitam de cuidados está definido para quase triplicar a nível mundial, em 2050, ativistas dizem.
Atualmente, 101 milhões de pessoas necessitam de cuidados, mas um relatório da Alzheimer Disease International adverte o número vai subir para a 277 milhões.
Muitos cuidados de que necessitam têm demência, e adverte o relatório, haverá uma "epidemia mundial de Alzheimer".
O autor do relatório diz que países como Índia e China seriam duramente atingidos - e deve começar a planejar os serviços agora.
A doença de Alzheimer é a causa mais comum de demência. Os sintomas incluem perda de memória, alterações de humor e problemas de comunicação e raciocínio.
Mais de 35 milhões de pessoas vivem com demência em todo o mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde. Mais da metade vivem em países de baixa e média renda.
O relatório revela que, com o envelhecimento da população mundial, o sistema tradicional de cuidados informais pela família, amigos ea comunidade vai precisar de muito mais apoio.
Pouco mais de um em cada 10 pessoas com idades entre 60 anos ou mais precisa de cuidados a longo prazo, de acordo com o relatório. Isso inclui diária ajudar com coisas como lavar, comer, vestir-se e usar o banheiro.
Ele pode colocar uma enorme pressão sobre as famílias. Os cuidadores, muitas vezes tem que deixar de trabalhar para cuidar de parentes idosos.
"As pessoas mais velhas para trás '
Tratar e cuidar de pessoas com demência atualmente custa o mundo mais de £ 376bn por ano. Isso inclui o custo da saúde e assistência social, bem como a perda de rendimentos.

"Iniciar Citação

Este relatório é uma chamada wake-up para os governos de todo o mundo sobre a necessidade imediata de pôr em prática mais cuidados e apoio "
Sociedade Reino de Alzheimer
O professor Martin Prince, do Instituto do Rei do London College of Psychiatry, o autor do relatório, disse que os países de renda baixa e média, incluindo a Índia ea China precisa começar urgentemente serviços de planejamento para lidar com a "epidemia".
"As mudanças sociais e econômicas que acontecem nesses países são, inevitavelmente, vai significar que os cuidadores familiares será menos disponível.
"Coisas como o declínio nas taxas de fertilidade significa que as pessoas vão ter menos filhos.
"As mulheres também são mais bem educados assim são mais propensos a participar da força de trabalho remunerado e vão ser menos propensos a estar disponível para prestar cuidados."
E ele disse que um aumento na migração entre os países, e de áreas rurais para áreas urbanas entre as pessoas mais jovens significava que haveria um grande número de pessoas mais velhas "deixados para trás".
O relatório faz uma série de recomendações, inclusive dando cuidadores pagos e não pagos "recompensas financeiras adequadas" e monitorar a qualidade do atendimento, tanto em lares e na comunidade.
Um porta-voz para a Sociedade do Alzheimer no Reino Unido, disse: "A demência é a maior crise de saúde que o mundo enfrenta hoje.
"Este relatório é uma chamada wake-up para os governos de todo o mundo sobre a necessidade imediata de se colocar no lugar de mais cuidados e apoio.
"G8 do governo do Reino Unido sobre a demência deste ano será uma oportunidade fundamental para conseguir apoio de líderes mundiais para combater a demência juntos. Precisamos ver uma liderança política para evitar uma crise global em espiral", disse o porta-voz acrescentou.

Mais informações sobre esta história

Histórias relacionadas

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...