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segunda-feira, 5 de outubro de 2015

THE DREAM IS OVER....THE LESBIAN BITCH DILMA VANNA ROUSSEFF ARE IN THE END OF HIS MAD GOVERN...

"A festa acabou no Brasil", diz Libération

A imprensa francesa volta a comentar 
a crise no Brasil nesta segunda-feira (5).
 O jornal Libération dedica duas páginas
 à degringolada da economia brasileira. 
A ilustração da matéria é uma imagem da presidente 
Dilma Rousseff de cabeça baixa, sob o título:
 "No Brasil, a festa acabou".
"Depois da rica era Lula, é hora da ruína",
 diz o Libération, 
 ressaltando que, após a posse da presidente
 Dilma Rousseff, em 2010, 
o crescimento emperrou no Brasil. 
A sétima economia mundial entrou em recessão,
 após um ano de estagnação. 
O círculo virtuoso iniciado pelo ex-presidente Lula, 
que conseguiu tirar 40 milhões de brasileiros da pobreza,
 acabou e foi substituído por um desemprego explosivo
, destaca o jornal.
De agosto de 2014 a agosto de 2015,
um milhão de brasileiros perderam o emprego
, num processo que começou com a revelação
 do escândalo de corrupção na Petrobras.
 A taxa de desemprego, que era de 6,5%,
 passou a 8%. Libération 
questiona como o Brasil, uma estrela do Brics,
 o grupo de países
 emergentes com taxa de crescimento acelerado
, caiu nesse buraco.
Ajuste
A queda dos preços das matérias-primas,
 principal fonte das exportações
 brasileiras e motor da economia, não é a única razão,
 segundo o Libération. 
Houve muita intervenção direta da presidente 
Dilma na economia e ela fez escolhas nem sempre acertadas. 
O texto cita, por exemplo, incentivos fiscais exagerados
 concedidos às empresas.
 Essa política diminuiu a arrecadação do Estado
 e agravou o déficit público
. Os cortes no orçamento, necessários
 ao reequilíbrio das contas públicas,
 atingem os programas sociais do governo,
 lamenta um dirigente
 da Central Única dos Trabalhadores (CUT)
 ouvido pela reportagem.
O diário francês entrevistou eleitores
 e opositores da presidente.
 Um aposentado afirma que Dilma mentiu
 sobre a situação da 
economia durante a campanha.
 Já uma eleitora da presidente,
 "pega de surpresa pela violência da crise, e que passou 
a comprar carne só uma vez por semana",
 acredita nas boas intenções de Dilma.
 "Ela foi surpreendida pela crise", diz a mulher.
Desconfiança e ressentimentos
Libération relata todos os problemas que
 os brasileiros estão enfrentando:
 inflação em alta, juros estratosféricos,
insolvência, aumento de impostos,
 queda da atividade industrial, desemprego em massa.
Um dirigente da Confederação Nacional da Indústria (CNI)
 disse ao jornal que só a depreciação
do real dá um alento aos industriais.
 Ele também reclama da falta de apoio da presidente
 Dilma ao ministro da Fazenda,
 Joaquim Levy, uma situação que alimenta o clima
 de desconfiança dos investidores.
 "Foi preciso a agência Standard and Poor's rebaixar a nota
 do Brasil para a presidente anunciar um plano de austeridade"
, escreve o Libération,
 questionando se Dilma conseguirá aplicá-lo.
Os cortes nas despesas do governo dependem
 de aprovação do Congresso.
 Dilma tenta reconstruir a aliança com o PMDB
 para aprovar as medidas.
 Mas, como diz um advogado entrevistado
 no calçadão da avenida Paulista,
 "o Congresso está cheio de bandidos, o que ela pode fazer?".
 A realidade é que a presidente só tem 8% de aprovação
 e é a chefe de Estado mais impopular do Brasil
 em 25 anos, conclui o Libération.
 

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