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sábado, 28 de fevereiro de 2015

SABOREIE A FELICIDADE

Saboreie a Felicidade

Edição 2256 - Publicado em 31/Dezembro/2014 - Página D2
DA REDAÇÃO
FELICIDADE é a fé. Essa é a conclusão do budismo. Por quê?
 Porque a fé é interna, não depende das circunstâncias.
 Fé forte significa felicidade abundante e constante.
Nada mais natural que o budismo estimule o fortalecimento e o incremento constante da fé.
Outra vantagem: a fé, se construída numa base sólida, faz das situações externas o tempero da felicidade.
O objetivo do budismo é que sua vida interna seja rica,
intensa e o liberte das circunstâncias externas.
 Em tempos bons ou ruins, uma pessoa de fé mantém intacto
o bem-estar interior e com essa energia muda qualquer situação para melhor.
 Isso acontece porque ela cultiva um estado mental autônomo,
 abundante em riquezas espirituais.
Como ensinado no budismo, fé firme é o “tesouro do coração”,
 composto, além de tudo, de excelente caráter.
Uma pessoa de fé forte tem consciência da própria vida e usufrui de cada momento,
 seja ele positivo, seja ele negativo.
Gente de fé vence o ambiente externo porque seu mundo interno
 é uma montanha de otimismo e alegria.
 O presidente Ikeda afirma que “ter fé é viver fiel a nós mesmos,
como somos, e manifestar um estado em que dizemos sinceramente:
‘Ah!, sinto a verdadeira satisfação’, ‘Minha vida é uma grande vitória’. Isto sim é ‘paz e felicidade’” (BS, ed. 1.447, 7 fev. 1998, p. 3).

Presidente Ikeda ensina a receita para ser feliz


Um excelente chef de cozinha sabe que comida boa começa com ingredientes certos,
 escolhidos a dedo, de qualidade.
Quando o assunto é felicidade, eles devem ser colhidos dentro de você.
 Quem é feliz por dentro é feliz por fora; e ser feliz por dentro é ter fé.
 O presidente da SGI, Dr. Daisaku Ikeda, propõe seis itens da felicidade:
satisfação, profunda filosofia, forte convicção, alegria e entusiasmo, coragem e tolerância.

1. Satisfação


É viver feliz e exultante todos os dias, com sensação da tarefa cumprida e senso de profunda realização. É uma satisfação mental inconfundível.
No budismo, começamos o dia diante do Gohonzon recitando gongyo e daimoku;
esse ato por si só é “um profundo senso de contentamento nas profundezas do nosso ser que nada pode ultrapassar”, afirma o presidente Ikeda.
 A manhã de um membro da SGI é banhada pelo sol revigorante
do gongyo e do daimoku e se fosse só por esse fato nossa vida seria
plenamente satisfatória.

2. Profunda filosofia


Pessoa feliz tem filosofia profunda e valorosa.
Traduzimos em ações a filosofia da dignidade da vida ensinada no Budismo de Nichiren Daishonin. Mesmo em meio a dificuldades pessoais recitamos daimoku
e agimos energicamente pela felicidade das pessoas,
 nos empenhamos em organizar e executar atividades pelo kossen-rufu, nossos problemas são incentivo às pessoas além de impulso para a prosperidade da sociedade.
 Essa maneira de viver está embasada numa profunda filosofia e nada gera mais bem-estar e felicidade.

3. Convicção


Ser feliz é ter forte confiança no que acredita e distinguir claramente o bem do mal,
 o certo do errado. Convicção é ter inabalável força mental
para manter-se no caminho que escolheu. No budismo, vivemos por um bem maior —
 o kosen-rufu, a felicidade de si e de todos ao redor;
 temos firmeza de propósito e não nos desviamos dessa rota nem por tentações nem por ameaças.
A base dessa força é o brado de Daishonin:
“Mesmo que os deuses me abandonem
e todas as espécies de dificuldades me ocorram, ainda assim darei minha vida pela Lei”.

4. Alegria e entusiasmo


É feliz quem vive sempre de forma positiva e com entusiasmo.
 Quem é alegre e bem-humorado eleva o ânimo e faz brilhar o coração de todos com quem se encontra. No budismo, a prática da fé torna a personalidade radiante porque manifesta arrojo, sabedoria e alegria e esses três conduzem à felicidade.
 Inclusive há discernimento para não permitir que ninguém tire vantagem da nossa boa natureza. Aprendemos a direcionar tudo de forma positiva,
 encarando as coisas pela melhor perspectiva sem nunca, é claro, tirar os olhos da realidade.

5. Coragem


A coragem é a energia que supera tudo. Os covardes falham em saborear as verdadeiras e profundas alegrias da vida. No budismo, “a fé na Lei Mística possibilita-nos criar e desenvolver a força interior ao máximo. Eis por que ter uma fé corajosa é tão importante. Não vamos saborear a verdadeira força benéfica da Lei Mística se não tivermos coragem” (BS, ed. 2.002. 5 set. 2009, p. A2).

6. Tolerância


Ser feliz é ser tolerante, ter mente aberta a ponto de deixar as pessoas ao redor confortáveis, tranquilas. Pessoas rígidas e intolerantes que criticam as demais pelas menores coisas ou fazem estardalhaço todas as vezes que surgem problemas apenas cansam e inspiram medo.
 No budismo, praticamos constantemente o shakubuku, o ato de maior tolerância e compaixão que, além de tudo, traz a prosperidade social.

Felicidade é força mental


A proposta budista é interessante porque os ingredientes da felicidade são internos;
 portanto, nunca haverá escassez.
Ao analisar com acuidade, nota-se que todos eles se referem a forças vitais, mentais.
 Uma vez que estamos vivos, temos todos esses ingredientes em nosso ser.
 Salsinha, cebolinha, peixe, coentro e pimenta são adquiridos fora.
Mas os seis citados pelo presidente Ikeda são internos e os temos em abundância.
Como obtê-los? Por meio da prática budista!
Ele mesmo afirma que “todos [os itens citados acima] estão definitivamente expressos pela simples palavra ‘fé’. Uma vida baseada na fé é uma vida de insuperável alegria”
 (BS, ed. 2.227, 17 maio 2014, p. B1).
Felicidade é usufruir desses ingredientes a cada momento
 e usá-los para o cotidiano ficar saboroso, repleto de benefícios e boa sorte.

Editora Brasil Seikyo Ltda.

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