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domingo, 6 de setembro de 2015

A FICHA E A HISTÓRIA DE UMA TERRORISTA ,ASSASSINA E LADRA .DILMA VANNA ROUSSEF

 A VERDADEIRA HISTÓRIA DE DILMA
,,DE MOCINHA RICA A
TERRORISTA
, ASSASSINA
,LADRA CORNA
,,ESTELIONATÁRIA,
CAPACHO DE LULA
,PREVARICADORA
E EX PRESIDENTA DO BRASIL
A FICHA 
 POLICIAL
A HISTÓRIA DE UMA TERRORISTA ASSASSINA E LADRA...DILMA VANNA ROUSSEFF

Ficha pregressa de Dilma Rousseff
Clique na foto
Lágrimas de crocodilo
Candidata à Presidência da República 
a Chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff,
 tem uma ficha pregressa de fazer corar
 o mais temível criminoso trancafiado 
em presídio de segurança máxima.
 Mas é uma delinqüente sensível.
 No lançamento do novo Programa Nacional
 de Direitos Humanos, ‘
chegou a chorar ao lembrar o período 
em que esteve presa durante a ditadura’.
 O presidente Lula não segurou as lágrimas,
 e a acompanhou no choro.
 Seria bom se ela vertesse algumas 
lágrimas em memória de suas vítimas, 
inclusive dos amigos que traiu,
 levando-os à prisão.

A Foto que a Dilma não queria revelada. A prova do CRIME

É a prova do SEU assalto, junto com o Lamarca, ao Quartel do 4º Regimento 
de Infantaria, no município de Quitaúna-Osasco-SP, em 24/01/69,
 de onde levaram 63 Fuzis Automáticos Leves (FAL) 7,62 mm ( igual ao da foto),
 3 Metralhadoras INA e 4 Cunhetes de Munição 7,62 mm.

ÍNDICE
- "Você sabia?".
- Envolvimento com a luta armada.
- Dilma Rousseff interrompe a trajetória do soldado Mário Kosel Filho.
- De guerrilheira explosiva a poderosa mãe do PAC.
- Uma ministra mal humorada. (Cláudio Humberto).
- O cérebro do roubo ao cofre. (Revista Veja Online).


Você sabia?

O pai da Dilma - Pétar Russév (mudado para Pedro Roussef), -
 filiado ao Partido Comunista búlgaro, deixou um filho (Luben) lá na Bulgária 
e veio dar com os costados em Salvador, depois Buenos Aires e,
 ao fim e ao cabo, fez negócios em São Paulo.
Encantou-se com a professorinha de 20 aninhos, 
Dilma Jane da Silva (rica filha de fazendeiro) e com ela casou 
e viveu em Belo Horizonte, tendo três filhos: Igor, Dilma - a guerrilheira -
 e Lúcia. Igor morreu em 1977.
Era uma família "bon vivant", com casa enorme, três empregadas,
 refeições servidas à francesa, com guarnições e talheres específicos.
 Tinham piano e professora particular de francês.
Dilma entrou primeiro numa escola de freiras - Colégio Sion -
 e, depois, no renomado Estadual Central. 
Nas férias, iam de avião para Guarapari/ES 
e ficavam no Hotel Cassino Radium.
Dilma, ainda jovem, entrou para o POLOP - Política Operária -
 e depois mudou-se para o COLINA - Comando de Libertação Nacional.
 Apaixonou-se e casou-se com Cláudio Galeno Linhares, especialista
 em fazer bombas com os pós e líquidos da farmácia de manipulação do seu pai.
Sua primeira aula de marxismo foi-lhe dada por Apolo Heringer 
e, pouco depois, estava em suas mãos o livrinho: "Revolução na Revolução",
 de Régis Debray, francês que mudou-se para Cuba 
e ficou amigo do Fidel e mais tarde, acompanhando Guevara, 
foi preso na Bolívia. Aos 21 anos, Dilma partiu para o Rio de Janeiro 
a fim de se esconder dos militares, após o frustrado assalto ao Banco 
da Lavoura de Sabará. No Rio, ainda casada, apaixonou-se 
por Carlos Franklin Paixão de Araújo, o chefe da dissidência do Partidão;
 então, chegou, de chofre, e disse para o marido: "Estou com o Carlos!".
Carlos vivia antes com a geógrafa Vânia Arantes e, sedutor, 
já havia tido outras sete mulheres, aos 31 aos de idade. 
Com ele, Dilma participou da fusão COLINA/VPR (esta do Lamarca),
 que deu origem, em Mongaguá, à Vanguarda Armada Revolucionária-
 Palmares, cujo estatuto dizia:
Art.1º - A Vanguarda Armada Revolucionária-
 Palmares é uma organização político-militar de caráter partidário,
 marxista-leninista, que se propõe a cumprir todas as tarefas
 da guerra revolucionária e da construção do Partido da Classe Operária,
 com o objetivo de tomar o poder e construir o socialismo."
Foi em Mongaguá, litoral paulista, que se traçou o plano da "Grande Ação",
 que se deu em 18 de julho de 1969, com o assalto e roubo do cofre 
 da casa da amante do Ademar de Barros, em Santa Teresa/RJ,
 que rendeu-lhes 2,5 milhões de dólares, cofre aberto em Porto Alegre,
 a maçarico, pelo metalúrgico Delci. Mas a organização se dividiu entre "basistas"
 - que defendiam o trabalho das "massas" e junto às "bases", e os "militaristas", -
 que priorizavam a imediata e constante luta armada comunista.
 A disputa pelo butim dolarizado foi ferrenha! 
Dilma era chamada de "Joana D'Arc da subversão".
 Então foi para São Paulo onde dividia um quarto com 
Maria Celeste Martins, hoje sua assessora imediata no Planalto.
Dedurada por José Olavo Leite Ribeiro -
 mantinha com ela três contatos semanais -,
 foi presa, armada, em um bar da Rua Augusta,
 juntamente com Antônio de Pádua Perosa;
 depois, entregou à polícia seu amigo Natael Custódio Barbosa. 
Enquanto isso, o Carlos Araújo teve um romance
 tórrido com a atriz Bete Mendes, da TV Globo. Dilma saiu do presídio em 1973 
e foi para Porto Alegre, reatar com o marido infiel. Mas hoje, Carlos Araújo
 mora sozinho com dois vira-latas (Amarelo e Negrão), numa casinha às
 margens da lagoa do Guaíba, em Porto Alegre.

Envolvimento com a luta armada

Dilma Rousseff tem 62 anos, é mineira, filha de um imigrante búlgaro, 
rico empreiteiro e dono de construtora, proprietário de dezenas de imóveis
 em Belo Horizonte, foi criada em um grande e espaçoso 
 apartamento em Belo Horizonte.
Imóvel não era problema para a rica família Rousseff,
 que passava férias no Rio. Um dos espaçosos apartamentos
 foi cedido para Dilma utilizar, exclusivamente, como esconderijo
 seguro para os grupos terroristas dos quais participava,
 de onde saíam para praticar atentados, roubar e seqüestrar.
Dilma neste período fazia política estudantil nas escolas mais burguesas
 de Belo Horizonte. Em 1963, ingressou no curso clássico e passou
 a comandar uma célula política em uma das mais tradicionais escolas da cidade
, onde conheceu futuros companheiros de guerrilha,
 como o atual prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel.
Em 1964, Dilma começou a conviver com terroristas de esquerda,
 iniciando a sua carreira como militante na luta armada.
 Neste período ingressou na POLOP, Política Operária, 
onde militou até ingressar na universidade.
Dilma também casou-se em 1967, com o terrorista e guerrilheiro 
 Cláudio Galeno de Magalhães Linhares ("Aurélio", "Lobato").
 Quando o primeiro marido a deixou, para ir cumprir missões
 em outros países, seqüestrando um avião no Uruguai, 
por exemplo, teve um segundo casamento com Carlos Franklin Araújo,
 com quem teve uma filha. Desde 2000, não está casada.
Dilma ingressou em 1967 na faculdade de Ciências Econômicas da UFMG.
 Ali participou da criação do sanguinário grupo COLINA,
 Comando de Libertação Nacional. Posteriormente, 
participou ativamente da fusão entre a COLINA e a VPR,
 Vanguarda Popular Revolucionária, quando surgiu a violenta VAR-P, 
Vanguarda Armada Revolucionária Palmares, 
responsável por dezenas de crimes contra civis e militares.
Dilma, na clandestinidade, participava de ações armadas,
 recebendo treinamento para guerrilha no exterior, 
ministrado por organizações comunistas internacionais.
 Aprendeu a usar o fuzil com maestria, especialmente 
na atividade de montá-lo e desmontá-lo no escuro.
 Foi presa em 1970, permanecendo nesta condição até 1973.
Em 1973, Dilma Rousseff retomou o curso de Economia na UFRGS,
 no Rio Grande do Sul, onde estava preso seu segundo marido,
 Carlos Araújo. Ingressou, junto com o marido, no PDT 
e recebeu um cargo de estagiária na Fundação de Economia
 e Estatística, em 1977. Em 1978, Dilma Rousseff começou 
a fazer o mestrado na UNICAMP e, depois, o doutorado.
 Durante anos, mentiu em seu currículo que tinha concluído 
os dois cursos quando, na verdade, mal cursou os créditos,
 que representa quando muito 10% de um título acadêmico strictu sensu.
Em 1985, Dilma assumiu a Secretaria Municipal da Fazenda,
 em Porto Alegre, no governo do pedetista Alceu Collares, 
com quem tem uma dívida de gratidão. Hoje Collares é conselheiro de Itaipu.
Dilma saiu da Secretaria da Fazenda de Porto Alegre em 1988,
 sendo substituída pelo hoje blogueiro Políbio Braga, que afirma:
 "ela não deixou sequer um relatório, e a secretaria era um caos."
Em 1989, Dilma foi nomeada Diretora-Geral da Câmara de Vereadores
 de Porto Alegre, na cota do marido no PDT. Alguns meses depois foi demitida, 
pois não obedecia horários e faltava a todas as reuniões, segundo Valdir Fraga,
 o presidente da Casa, à época.
Em 1995, Dilma voltou para a FEE, mas como funcionária, já que o PDT
 havia perdido a eleição. Ali editou uma revista de indicadores econômicos,
 enquanto tentava acertar o seu “doutorado” na UNICAMP.
Em 1998, na cota do PDT, Dilma assume a Secretaria de Minas e Energia,
 no governo petista de Olívio Dutra, eleito governador gaúcho. 
 Vendo que o partido de Brizola estava decadente, ingressou no PT.
Em 2002, Dilma foi nomeada ministra das Minas e Energia do governo Lula, 
puxando o tapete de Luiz Pinguelli Rosa, mestre em engenharia nuclear 
e doutor em física, que coordenava o grupo de transição.
Em junho de 2005, Dilma assumiu o lugar de José Dirceu,
 o chefe da sofisticada organização criminosa do mensalão, 
sendo saudada por ele como “companheira de armas e de lutas”,
 em memória aos tempos da guerrilha.
De lá para cá, Dilma vem sendo imposta por Lula como a candidata biônica do PT
 à presidência da república. No dia 20 de fevereiro de 2010,
 foi ungida, sem nunca ter conquistado um só cargo público pelo 
 voto ou por concurso, a candidata da situação à sucessão de Lula.
(Fonte: http://blogspelademocracia.blogspot.com ).

Dilma Rousseff interrompe a trajetória do soldado Mário Kosel Filho

Mário Kosel Filho, nasceu em 6 de julho de 1949, em São Paulo.
 Era filho de Mário Kosel e Therezinha Vera Kosel. 
 Fazia parte do Grupo Juventude, Amor, Fraternidade,
 organizado pelo Padre Silveira, da Paróquia Nossa Senhora da Aparecida,
 no bairro de Indianópolis, juntamente com mais de 30 jovens.
O símbolo do grupo, ironicamente idealizado por Mário, era uma rosa e um violão.
Por ser muito prestativo e preocupado em ajudar as pessoas, 
 principalmente crianças e necessitados, foi apelidado de Kuka,
 pelos demais participantes do grupo.
Mário estava com 19 anos e prestava o serviço militar. 
Estava incorporado na 5ª Cia. de Fuzileiros do 2º Batalhão, 
no 4º Regimento de Infantaria Raposo Tavares, em Quitaúna.
Na madrugada de 26 de junho de 1968 estava no quartel, 
em serviço, quando ouviu um tiro, disparado pelo soldado Rufino, 
que fazia a guarda externa do quartel.
 Saiu para ver o que se passava e foi informado pelo soldado Rufino
 que o tiro foi para cima, para advertir um automóvel que,
 em alta velocidade, rompeu a barreira da área proibida ao tráfego de veículos.
O motorista do automóvel deve ter se assustado 
e colidiu com um poste. Mário, preocupado em ajudar possíveis feridos, 
foi até o mesmo.
Ao se aproximar do automóvel acidentado, um outro automóvel
 passa pelo local e seus ocupantes lançam sobre o automóvel acidentado ]
uma bomba de grande poder destrutivo.
Mário teve morte instantânea, pedaços de seu corpo
 foram lançados em todas as direções.
Um dos ocupantes do segundo automóvel era ‘Dilma Rousseff’, 
atual Chefe da Casa Civil da Presidência da República e candidata
 à Presidência da República pelo Partido dos Trabalhadores.
(L. S. Rodrigues).

De guerrilheira explosiva a poderosa mãe do PAC

Ministra da Casa Civil é temida não só por causa do poder 
que acumula, mas pela personalidade intempestiva no dia-a-dia.

Por Ugo Braga

As articulações do governo em torno da ida da chefe da
 Casa Civil, Dilma Rousseff, ao Congresso revelaram uma face
 oculta da personalidade política da “mãe do PAC”:
 ela tem tão pouca habilidade para dialogar com
 divergentes que chegou mesmo a temer o açoite dos oposicionistas 
na Comissão de Infra-Estrutura do Senado. 
O medo, no caso, era o de ela perder a fleuma
 ao ser provocada e destruir sua própria candidatura presidencial, 
ainda em construção.
O potencial explosivo de Dilma virou motivo de aflição especialmente
 entre os funcionários mais humildes do Planalto — 
secretárias, copeiros e garçons. Recentemente, a ministra iniciara uma 
reunião com um colega da Esplanada e mais um grupo de técnicos
 quando o garçom serviu chá aos presentes. 
Dilma alongou-se na exposição sem sorver uma gota do líquido, que esfriou. 
O garçom, atento, entrou na sala e recolheu todas as louças, inclusive a da ministra. 
Ela, então, interrompeu o encontro e vociferou uma bronca homérica no serviçal,
 diante da platéia constrangida.
Entre os servidores do Planalto ninguém acha mais graça na história 
que virou uma norma. Agora, serventes provam abacaxis para certificar 
se estão maduros. Tudo por causa de insultos ouvidos da ministra em duas 
 ou três ocasiões em que foi servido suco que ela julgou azedo
. As assessoras tremem quando ela, impaciente, as chama com 
o prefixo de “santinha”. É a senha de que o tempo vai fechar.
Embora o tom das queixas amenize quando o interlocutor detém
 cargo maior na hierarquia, diz-se nos bastidores palacianos 
que um dos ministros em cuja pasta estão alocados bilhões de reais 
do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) já ouviu impropérios 
da chefe da Casa Civil em reuniões de trabalho. 
O mesmo teria ocorrido com um secretário do Ministério da Fazenda 
e, em grau mais elevado, com o presidente da Infraero, Sérgio Gaudenzi.

Pito
Quando o atual coordenador político do governo, José Múcio Monteiro,
 assumiu o cargo, recebeu um telefonema duro da colega. 
Em tom de desabafo, ele contou a confidentes ter ouvido um pito humilhante.
 A ministra achava que ele divulgara informações que ela não queria ver no noticiário. 
“Não confiarei em você nunca mais”, teria dito, batendo o telefone.
A rudeza é um traço adquirido na maturidade. 
Na infância, a hoje temida ministra era apenas Dilminha, 
a tímida filha de seu Pedro, um búlgaro naturalizado brasileiro,
 advogado de fala enrolada e fama de bravo,
 morador da Rua Major Lopes, em Belo Horizonte.
 É uma rua de classe média típica, onde as moças iam a pé à escola —
 Colégio Sion, hoje Santa Dorothéia, um dos mais tradicionais da capital mineira —
 e divertiam-se na “hora dançante”, à tardinha.
A doce felicidade da Rua Major Lopes acabou para Dilma
 em meados da década de 1960, quando ela trocou o exclusivo para moças
 Sion pelo misto Colégio Estadual. E depois, seguindo a trilha, ingressou 
no curso de economia da Universidade Federal de Minas Gerais.
 O movimento estudantil borbulhava. No meio dele, a guerrilheira “Estella” nasceu.
Dilma entrou para a luta política não pelas vias sindicais ou associações classistas. 
Foi recrutada pelo então namorado (depois marido),
 Cláudio Galeno de Magalhães Linhares, para militar no Política Operária (Polop),
 grupo marxista. Desentendimentos sobre os rumos da resistência fizeram
 nascer o Comando de Libertação Nacional (Colina), ao qual Dilma, ou Estella,
 perfilou-se, junto com Cláudio.
 A mocinha da Rua Major Lopes agora dava aulas de marxismo
 nas células comunistas. Perseguido pela polícia mineira,
 o casal fugiu para o Rio e caiu na clandestinidade.
No Rio, já alçada ao topo do Colina, Estella planeja três assaltos a bancos —
 dinheiro que financiava as atividades da conspiração. 
Diante das bem-sucedidas operações do Colina, outros grupos marxistas se integraram.
 O comando chefiado por Dilma se funde à Vanguarda Popular Revolucionária (VPR),
 onde despontava o já famoso capitão Carlos Lamarca, 
adepto da tomada do poder pelas armas. 
Surge daí a Vanguarda Armada Revolucionária —
 Palmares (VAR-Palmares), da qual Estella e Lamarca 
são os líderes, junto com um gaúcho chamado Carlos Araújo.

Operação
Em julho de 1969, três carros com 11 guerrilheiros da VAR-Palmares 
estacionam em frente à casa no bairro carioca de Santa Teresa 
onde morava um irmão de Ana Capriglioni, notória amante
 do ex-governador de São Paulo Adhemar de Barros. 
Lá, executando uma operação minuciosamente planejada por Estella, 
que não tomou parte na ação, a VAR-Palmares
 rouba um cofre de chumbo pesando 300kg, 
recheado com uma bolada de US$ 2,5 milhões.
Pouco tempo depois, a VAR-Palmares se desintegra,
 por desentendimentos entre Estella e Lamarca. 
A maior parte do grupo segue Estella — na época, Cláudio,
 o primeiro marido, partira para Cuba a bordo de um avião seqüestrado e Dilma 
já se enamorava de Carlos, o gaúcho da VAR-Palmares
 (com quem veio a se casar e com quem teve Paula, a única
 filha, hoje juíza do Trabalho em Porto Alegre,
 e de quem se separou já depois da redemocratização).
Nos primeiros dias de 1970, em São Paulo, Estella é presa e levada para 
a Operação Bandeirantes (Oban). É interrogada várias vezes. 
 Puseram-na no pau-de-arara. Surraram-na e deram-lhe choques.
 Foi julgada e condenada a seis anos de cadeia por subversão. 
Entrou com recurso e reduziu a pena para dois anos e um mês. 
Já havia cumprido três anos. Solta em 1973, transferiu-se para Porto Alegre,
 junto com o marido, que posteriormente filiado ao PDT elegeu-se deputado estadual.
Dilma retomou no Sul a vida acadêmica interrompida.
 Formou-se em economia, fez mestrado em teoria econômica na Unicamp, 
onde conclui doutorado em economia monetária e financeira.
 Rompeu com o PDT quando, secretária de Minas 
e Energia do governo Olívio Dutra (1999-2002),
 o partido desfez a aliança com o PT e exigiu a entrega dos cargos. 
Ela ficou e filiou-se ao partido do governador. 
Nascia a Dama de Ferro que Lula quer ver no Planalto a partir de 1º de janeiro de 2011.
(Correio Braziliense, 15/04/2008).

Uma ministra mal humorada

O presidente do BNDES, Luciano Coutinho, experimentou
 o que acontece quando alguém irrita a ministra Dilma Rousseff
 (Casa Civil): ela o colocou para fora da sala, em recente reunião no Palácio do Planalto.
(Cláudio Humberto, 28/02/2008).

Alfredo Nascimento (Transportes) também conheceu a ira da 
ministra Dilma Rousseff (Casa Civil). Em recente reunião, 
ela o tratou como a um incompetente, diante de várias pessoas.
 Ele apenas abaixou a cabeça.
(Cláudio Humberto, 04/03/2008).

O cérebro do roubo ao cofre

Com passado pouco conhecido, a ministra envolveu-se
 em ações espetaculares da guerrilha.

Por Alexandre Oltramari e Luís Henrique Amara

No atual governo, há dois ex-guerrilheiros com posto de ministro de Estado.
 Um é o ex-presidente do PT, José Dirceu, ministro da Casa Civil,
 cuja trajetória política é bastante conhecida. Foi preso pelo regime militar,
 recebeu treinamento de guerrilha em Cuba e, antes de voltar 
às escondidas para o Brasil, submeteu-se a uma cirurgia plástica 
no rosto para despistar a polícia. 
O outro integrante do primeiro escalão com passagem pela guerrilha 
contra a ditadura militar é a ministra Dilma Rousseff, das Minas e Energia — 
mulher de fala pausada, mãos gesticuladoras, olhar austero
 e passado que poucos conhecem. 
Até agora, tudo o que se disse a respeito da ministra dava conta 
apenas de que combatera nas fileiras da Vanguarda Armada 
Revolucionária Palmares, a VAR-Palmares, um dos principais grupos armados
 da década de 60. Dilma Rousseff, no entanto,
 teve uma militância armada muito mais ativa e muito mais importante.
 Ela, ao contrário de José Dirceu, pegou em armas, 
foi duramente perseguida, presa e torturada 
e teve papel relevante numa das ações mais espetaculares 
da guerrilha urbana no Brasil — o célebre roubo 
do cofre do governador paulista Adhemar de Barros,
 que rendeu 2,5 milhões de dólares.
O assalto ao cofre ocorreu na tarde de 18 de julho de 1969, no Rio de Janeiro. 
Até então, fora "o maior golpe da história do terrorismo mundial", 
segundo informa o jornalista Elio Gaspari em seu livro
 A Ditadura Escancarada. Naquela tarde, a bordo de três veículos,
 um grupo formado por onze homens e duas mulheres, todos da VAR-Palmares,
 chegou à mansão do irmão de Ana Capriglioni, amante do governador, 
no bairro de Santa Teresa, no Rio. Quatro guerrilheiros ficaram em frente à casa. 
 Nove entraram, renderam os empregados, cortaram as duas linhas telefônicas
 e dividiram-se: um grupo ficou vigiando os empregados 
e outro subiu ao quarto para chegar ao cofre. Pesava 350 quilos. 
Devia deslizar sobre uma prancha de madeira pela escadaria de mármore, 
mas acabou rolando escada abaixo. A ação durou 28 minutos 
e foi coordenada por Dilma Rousseff e Carlos Franklin Paixão de Araújo, 
que então comandava a guerrilha urbana da VAR-Palmares em todo o país 
e mais tarde se tornaria pai da única filha de Dilma. 
O casal planejou, monitorou e coordenou o assalto ao cofre de Adhemar de Barros.
 Dilma, no entanto, não teve participação física na ação.
 "Se tivesse tido, não teria nenhum problema em admitir",
 diz a ministra, com orgulho de seu passado de combatente.
"A Dilma era tão importante que não podia ir para a linha de frente.
 Ela tinha tanta informação que sua prisão colocaria em risco toda a organização.
 Era o cérebro da ação", diz o ex-sargento e ex-guerrilheiro Darcy Rodrigues,
 que adotava o codinome "Leo" e, em outra ação espetacular,
 ajudou o capitão Carlos Lamarca a roubar uma Kombi 
carregada de fuzis de dentro de um quartel do Exército, em Osasco,
 na região metropolitana de São Paulo.
 "Quem passava as orientações do comando nacional para a gente era ela."
 O ex-sargento conta que uma das funções de Dilma era indicar 
o tipo de armamento que deveria ser usado nas ações e informar 
onde poderia ser roubado. Só em 1969, ela organizou três ações de roubo 
de armas em unidades do Exército, no Rio. 
Quando foi presa, em janeiro de 1970, o promotor militar que preparou 
a acusação classificou-a com epítetos superlativos: "Joana D'Arc da guerrilha" 
e "papisa da subversão". Dilma passou três anos encarcerada
 em São Paulo e foi submetida aos suplícios da tortura.
A atual ministra era tão temida que o Exército chegou 
a ordenar a transferência de um guerrilheiro preso em Belo Horizonte, 
o estudante Ângelo Pezzuti, temendo que Dilma conseguisse
 montar uma ação armada de invasão da prisão e libertação do companheiro.
 Durante o famoso encontro da cúpula da VAR-Palmares
 realizado em setembro de 1969, em Teresópolis, região serrana do Rio
, Dilma Rousseff polemizou duramente com Carlos Lamarca,
 o maior mito da esquerda guerrilheira. Lamarca 
queria intensificar as ações de guerrilha rural, 
e Dilma achava que as operações armadas deveriam ser abrandadas, 
priorizando a mobilização de massas nas grandes cidades. 
Do encontro, produziu-se um racha.
 Dos 37 presentes, apenas sete acompanharam Lamarca.
 Ficaram com boa parte das armas da VAR-Palmares 
e metade da fortuna do cofre de Adhemar de Barros. 
 Os demais concordaram com a posição de Dilma Rousseff.
A divergência com Carlos Lamarca não impediu Dilma 
de manter uma sólida amizade com a guerrilheira Iara Iavelberg,
 musa da esquerda nos anos 60, com quem o capitão manteve um tórrido
 e tumultuado romance. Dilma chegou a hospedá-la em seu apartamento,
 no Rio. Juntas, iam à praia, falavam de cinema, tornaram-se confidentes.
 Nos três anos que passou na cadeia, seu nome chegou
 a aparecer em listas de guerrilheiros a ser soltos 
em troca da libertação de autoridades seqüestradas —
 mas a ação que renderia sua liberdade foi malsucedida.
 Aos 55 anos, recentemente separada de Carlos Franklin de Araújo,
 Dilma Rousseff não lembra a guerrilheira radical de trinta anos atrás,
 embora exiba a mesma firmeza. "Ela é uma mulher suave e determinada",
 diz a jornalista Judith Patarra, autora do livro Iara, 
que conta a trajetória de Iara Iavelberg (1944-1971).
 "Quando a vi na televisão, percebi que Dilma continua a mesma.
 É uma mulher espetacular e será uma sargentona no governo.
 Ela não é mulher de meio-tom", 
resume o ex-companheiro de guerrilha Darcy Rodrigues.
(Veja Online, Edição 1 785 - 15 de janeiro de 2003).
http://veja.abril.com.br/150103/p_036.html
  FONTE:
http://www.jgpimentel.com.br/textos_siteview.asp?showmaster=
1&sub_id=65&id=224&id_texto=224&key_m=224&ft_m=224&id_cat=6

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