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terça-feira, 19 de maio de 2015

DILMA VENDE O BRASIL PARA CHINA PARA PAGAR DÍVIDAS DA PETROBRAS

  DILMA VENDE O BRASIL PARA A CHINA

 PARA BANCAR MAIS ROUBALHEIRA 

E FINANCIAR DITADURAS PELO MUNDO

Agora vai: Dilma vende o Brasil para a ditadura chinesa.


A "presidenta" búlgara e o premier chinês
Dilma sai do túmulo para celebrar - fechadamente, é claro - 
acordos com a ditadura comunista da China.
 A coisa envolve também a falida Petrobras.
 Entre os planos, uma ferrovia transcontinental. É esperar para ver: 
A presidente Dilma Rousseff classificou a reunião que teve com Li Keqiang,
 primeiro ministro da China, como importante para as relações entre os dois países. 
A fala dela ocorreu na saída do evento onde foram assinados
 35 atos e após a ida do primeiro ministro para o Palácio do Itamaraty. 
Dilma disse que o Brasil quer que empresários chineses 
participem de investimentos em refinarias e estaleiros por aqui. 
Ao lembrar dos acordos assinados entre a Petrobrás e empresas chinesas,
 Dilma destacou que a parceria "reflete não só a confiança na Petrobrás",
 mas também amplia a "parceria que temos com as empresas chinesas no Campo de Libra".
Dois acordos foram firmados, totalizando US$ 7 bilhões. 
O presidente da Petrobrás, Aldemir Bendine, 
e o presidente do Cexim, Hu Xiaolian,
 assinaram acordo-quadro de cooperação para financiamento 
de projetos da Petrobrás no valor de US$ 2 bilhões. Bendine também 
assinou acordo com o presidente do Conselho
 do Banco de Desenvolvimento da China (CDB), Hu Huaibang,
 que prevê financiamento de projetos da Petrobrás no valor de US$ 5 bilhões.
Infraestrutura. A presidente defendeu que essas reuniões trouxeram 
características novas, com ênfase em infraestrutura. 
Ela destacou os investimentos na ferrovia transcontinental 
como uma das mais importantes.
 "Ela é uma ferrovia estratégica para o Brasil, liga o Atlântico ao Pacífico", disse a presidente.  
O projeto pretende ligar áreas brasileiras mais rapidamente ao Peru.
 "Brasil, Peru e China iniciam juntos estudos de viabilidade
 para conexão ferroviária transcontinental, que vai cruzar 
o nosso País sentido leste-oeste", disse. 
"A ferrovia vai cortar o continente sul-americano,
 ligando o Oceano Atlântico e o Pacífico. 
E convidamos empresas chinesas a participar dessa grande obra"
, completou, destacando que a ferrovia atravessará os Andes até chegar ao Peru.
 "É um novo caminho para a Ásia, que vai reduzir a distância e os custos",
 acrescentou. 
Dilma também destacou o acordo entre a Caixa Econômica Federal 
e o Banco Industrial e Comercial da China (ICBC),
 que deve alcançar US$ 50 bilhões. 
"Tem também o fundo feito entre o governo chinês com o governo brasileiro. 
A parte chinesa oferece colocar US$ 30 bilhões. 
Nós vamos colocar outra quantia que estamos avaliando ainda o quanto",
 explicou a presidente. Ela ainda disse que eles têm interesses em estaleiros, 
 refinarias e na licitação do remanescente da faixa de 4G para celular.
Dilma afirmou que a parceria entre Brasil e China é "estratégica"
 para os dois países e que é construída por meio de "princípios de igualdade".
 A presidente disse ainda que aceitou um convite do presidente chinês Xi Jinping
 e que programa uma nova visita ao país asiático em 2016.
 "Tivemos nesta manhã uma reunião produtiva", disse,
 destacando um plano conjunto que prevê ações entre 2015 e 2021.
 "Esse plano inaugura uma etapa superior do nosso relacionamento", disse.  
Entre os diversos acordos firmados entre os dois países, 
Dilma destacou os firmados na área de comércio.
 "Teremos a oportunidade dialogar com o empresariado dos dois países 
sobre o importante papel que exercem nesse processo", afirmou. 
Dilma disse que é preciso que o comércio entre os dois países 
seja cada vez mais intenso e aberto. 
 Segundo ela, é preciso aperfeiçoar as relações econômicas, 
"buscando maior harmonia, respeito e benefícios mútuos".
 Segundo Dilma, os dois países também vão utilizar
 o mecanismo de pagamento em moedas locais, com R$ 60 bilhões 
por parte do Brasil e 190 bilhões de yuans pelo lado dos chineses. 
Isso é uma forma de diminuir a dependência do dólar e,
 segundo a presidente, 
"contribui para mitigar oscilações monetárias no comércio internacional". (Estadão).

3 comentários:

Anônimo disse...
a anta não concluiu nenhum projeto, nem quando era ministra.
 só dará certo se somente os chineses executarem as obras!
já avisaram os chineses que os direitos humanos da rosário não vão permitir execuções ?
Anônimo disse...
Qualquer coisa vinda desse governo destrambelhado,
só trás prejuízo para o país.O melhor que a governANTA t
em a fazer,é continuar estática,caso contrário,o rombo será maior.

Túlio Xavier

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