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segunda-feira, 4 de maio de 2015

O PETISMO COMETE MAIS UM CRIME GRAVE, A DESTRUIÇÃO DE PROVAS E OBSTRUÇÃO DA JUSTIÇA

Confissão de crime: Petrobras reconhece ter destruído vídeos das reuniões do Conselho. Satisfeita, conselheira Dilma?

A Petrobras, campeã mundial de corrupção, entregou à CPI apenas gravações recentes das reuniões do Conselho de Administração. Ora, ora, com isto reconhece que praticou crime, tentando proteger a presidente reincidente Dilma Roussef. Depois do lulopetismo, isto aqui virou mesmo uma republiqueta bananeira:

A Petrobrás entregou nesta segunda-feira, 4, à CPI que investiga 
 corrupção na estatal gravações das 12 últimas reuniões do seu 
Conselho de Administração, realizadas a partir de setembro do ano passado. 
A companhia informou oficialmente à comissão que os áudios e vídeos 
de outros encontros do colegiado foram destruídos, como antecipou
 o estadão.com na quinta-feira passada. O que existe, hoje, é apenas 
o registro das atas das reuniões.

A CPI havia requisitado gravações do período entre 2005 e 2015.
No material deletado pela Petrobrás, estavam registradas as reuniões 
 em que o conselho aprovou obras que viriam posteriormente a ser investigadas
 na Operação Lava Jato, além da compra da Refinaria de Pasadena, em 2006, 
sob o comando da presidente Dilma Rousseff, então chefe da Casa Civil
 do governo Lula e presidente do Conselho de Administração.
A destruição das gravações torna mais difícil saber, em detalhes, 
 como se deram as discussões ao aprovar os investimentos da companhia.
 Também compromete a investigação de eventuais irregularidades
 cometidas por eles no exercício dessas funções.
A explicação da Petrobrás vem após Motta contatar representantes da estatal 
e informar que, se o material não fosse entregue até o fim da manhã 
desta segunda-feira, requisitaria uma busca da Polícia Federal 
na sede da companhia, no Rio de Janeiro.
No documento entregue à CPI, a Petrobrás explicou que a destruição 
 está embasada no Regimento Interno do Conselho de Administração.
 Segundo a empresa, a norma autoriza a eliminação de áudios e vídeos 
após a “lavratura da ata da reunião”.
A Petrobrás não informou à CPI desde quando a regra está em vigor.
 Diante disso, o presidente da comissão, Hugo Motta (PMDB-PB),
 disse nesta segunda-feira que vai questionar a empresa sobre eventuais
 alterações no regimento que possam ter “protegido” conselheiros
 de investigações. “Se o regimento tiver sido alterado para encobrir 
a atuação do conselho, vamos tomar providências para responsabilizar
 todos aqueles que deram prejuízo à Petrobrás”, afirmou.
A oposição apresentará nesta terça-feira, 5, requerimento pedindo 
 perícia em equipamentos da estatal para confirmar se, de fato, 
as gravações foram apagadas e se, eventualmente, é possível recuperá-las.
Dois conselheiros de administração informaram do Estado que a estatal 
 “tradicionalmente” destrói as gravações. Segundo eles, a estatal decidiu 
preservar as gravações das reuniões após a Operação Lava Jato -
 deflagrada em março de 2014 -, para evitar eventuais problemas 
com órgãos de investigação.
 Por isso, só haveria áudios e vídeos dos últimos oito meses.
Outras empresas controladas pelo governo não gravam as reuniões.
 A Eletrobras e a Caixa explicaram que os encontros de seus conselheiros
 de administração são registrados somente em atas.
 O Banco do Brasil informou que a gravação não é praxe
 e só ocorre quando as discussões são mais complexas, 
para facilitar a elaboração das atas.
 Nesses casos, depois da produção dos documentos,
 as gravações são apagadas, informou a assessoria. (Estadão).
Anônimo disse...
não esqueçamos as fitas que foram apagadas
para encobrir outra mentira da anta dilma, que mostrava
a reunião com a secretária da receita federal lina vieira (?)...

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