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sexta-feira, 31 de julho de 2015

.ENFIM A QUEDA DA NOBREZA PETRALISTA CORRUPTA ..DILMA - DRIBLE da VACA !! by @ReinaldoAzevedo - 16/08 #VemPraRua

ENFIM A QUEDA DA NOBREZA PETRALISTA

Nova manobra

O Planalto está com a luz vermelha de alerta máximo ligada

com a
publicação da pauta de votações da Câmara Federal,

prevista para a
semana que vem.

Eduardo Cunha, presidente da Casa, colocará em plenário

a análise das contas dos governos anteriores na seguinte ordem:

 1992
(governo Collor),

2006 (governo Lula),

2002 (governo Fernando Henrique
Cardoso)

e 2008 (governo Lula).

 Não obedecendo ordem cronológica abre
espaço para a votação

imediata das contas do governo Dilma de 2014,

 assim que analisadas pelo TCU.

Espera-se que o tribunal reprove as pedaladas fiscais

até o final de agosto, mesmo com bloco de ministros

 dispostos a recuar.

Ex-poderoso

Na presidência da Eletronuclear, o vice-almirante

Othon
Luiz Pinheiro da Silva mantinha uma consultoria na mesma área.

 Supostamente, seria pela empresa que passariam propinas dos
empreiteiros.

 Quando do acordo Brasil-França para os submarinos, mandou
criar o Prosub,

 uma oscip formada pela francesa DCNS e
Odebrecht,

 que acabou criando uma subsidiária chamada Odebrecht Defesa.

 Nessa empresa, Othon abrigava diversos almirantes e oficiais da
Marinha

da reserva e reformados. Ele também foi responsável

pela
nomeação do Comandante da Marinha, Moura Neto,

que ficou no posto de
2007 a 2014, ou seja,

nos governos de Lula e Dilma, e que defendia o
submarino nuclear.

Fã do almirante

A presidente Dilma Rousseff é admiradora do
vice-almirante Othon Pereira da Silva,

 afastado da presidência da
Eletronuclear sob suspeita de ter recebido

 propina de R$ 4,5 milhões na
licitação da Angra 3 e agora investigado

 no contrato de construção de
estaleiro e submarinos,

num acordo Brasil-França.

 Foi ela que escolheu
Othon para a Eletronuclear em 2005,

 quando era ministra de Minas e
Energia e quando Gleisi Hoffmann

deixou a Casa Civil chegou a pensar no
nome dele para substituí-la.


Olho no Belo Monte

Com os desdobramentos da Lava Jato que passou
a investigar o setor elétrico,

 núcleo do governo está mais do que
preocupado se,

 depois das ações da Eletronuclear em Angra 3,

 a
hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, entre no foco da Polícia Federal

 e
do Ministério Público.

 Algumas figuras palacianas temem que qualquer
investida

 lá poderá fazer a obra sofrer mais atrasos.

Há os que
garantam, contudo, que os temores

 não se referem apenas a atrasos.


Almanaque

Para quem tem memória curta: na Itália, a Operação Mãos
Limpas

durou mais de dois anos e resultou em 2.993 mandatos de prisão

 e
6.059 pessoas sob investigação, sendo 872 empresários e 438
parlamentares.

 Se a Lava Jato vai no mesmo caminho, não se
chegou nem à sua metade

. Detalhe: os juízes que comandavam a Mãos
Limpas,

 Giovanni Falcone e Paolo Borselino morreram em duas explosões
em 1992.





Na UTI

A Galvão Engenharia está na UTI depois de não ter passado

no teste da Lava Jato,
com dividas de R$ 2 bilhões.

 A lista de credores é muito grande.
Somente a Caixa Econômica

perdeu R$ 300 milhões e o Itaú e o Santander
também estão nessa fila.

Com a Lava Jato, a suspensão dos
contratos com a Petrobras

 e a inclusão do nome da empresa na lista
negra dos fornecedores

 ajudaram a afundar a Galvão. Mais:

na dívida de
R$ 2 bilhões, estão na cesta de moedas dólares,

 ienes, coroas suecas,
euros e libras esterlinas.


Dedo na ferida

Ao falar, nesses dias, no Salão Internacional de
Avicultura e Suinocultura,

no Anhembi, em São Paulo, Delfim Netto, do
alto de seus 87 anos, botou o dedo na ferida.

 Disse que a crise fiscal,
econômica e política decorre da decisão do governo

 de gastar o que
fosse preciso para reeleger Dilma.

Ou seja, o governo petista decidiu
quebrar o país para se manter no poder.

 O Irmão

Esta semana, Adhemar Palocci, irmão do ex-ministro

 e
consultor Antonio Palocci, circulava pelos salões do Planalto.

 Ele é
diretor de planejamento e engenharia da Eletronorte

 e investigado pela Lava Jato.


Juros da dívida

A dívida publica em junho de 2015 (sem estados e
municípios)

era de 2,58 trilhões. Segundo o Banco Central,

o custo
médio era de 14,31% por ano, ou seja, R$ 369,3 bilhões,

antes do novo
aumento, cujo impacto pode ser de

 mais R$ 14 bilhões de juros anuais,

 atingindo R$ 383 bilhões ou cerca de R$ 400 bilhões.

O que significa
que os juros da dívida publica saltam

 para mais de R$ 1 bilhão por dia
ou quase R$ 45 milhões por hora.

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