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segunda-feira, 6 de julho de 2015

O FIM DAERA DO PETRALISMO LULA NA CADEIA E DILMA NO OSTRACISMO DE UMA RENUNCIA

Os cambalachos de Lula,

 Ereníce e Dilma 

e o dinheiro de propinas

 na campanha do ex-presidente

DINHEIRO DA PETROBRAS QUE VIROU PROPINA
 E QUE VIROU 'DOAÇÃO DE CAMPANHA' DE LULA
Uma conta secreta foi aberta na Suíça para empreiteiros pagarem propinas.
 Dela teriam saído os R$ 2,4 milhões que reforçaram
 o caixa da campanha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2006,
 um dinheiro desviado dos cofres da Petrobras que chegou ao Brasil
em uma operação financeira clandestina e ilegal,
 segundo documento obtido pela revista
Veja que chegou às bancas este final de semana
e de acordo com delações de Ricardo Pessoa, dono da construtora UTC.
Segundo as delações de Pessoa, um consórcio formado pela UTC,
Iesa, Queiroz Galvão e a Camargo Corrêa, que venceu a licitação
 para construção de três plataformas de petróleo da Petrobras,
 tinha como uma das regras repassar um percentual do contrato,
obrigatoriamente, para suborno.
A conta teria sido criada para o "pagamento de comissionamentos
 devidos a agentes públicos em razão das obras da Petrobras,
ou seja, pagamento de propina", disse Pessoa.
Para comprovar a existência da conta secreta,
 o empreiteiro apresentou ao Ministério Público extratos
com as movimentações em uma planilha apelidade de
"Controle RJ 53 - US$" envolvendo US$ 5 milhões em pagamentos de propina.
 Dessa conta, saiu o dinheiro que ajudou a reeleger Lula,
 além de pagamentos aos operadores do PT na Petrobras.
 Em suas delações, Pessoa cita que houve pagamentos
 ao ex-gerente de Serviços da Petrobras Pedro Barusco,
 um dos responsáveis pela coleta das propinas destindas ao PT,
e repasses para Lula acertados entre o próprio Ricardo Pessoa
 e o então tesoureiro do PT, José de Fillipi. (Informações de InfoMoney)
LULA, ERENÍCE E DILMA
Em Abril de 2015, A PF apreendeu um contrato de Erenice Guerra
com a Huawei onde ela negociava um débito de 705 milhões de reais
da empresa com a Receita Federal.(Reveja Aqui)
***1) Dilma no Petrolão
Dilma Rousseff, então ministra-chefe da Casa Civil e
presidente do Conselho de Administração da Petrobras,
 assinou em 17 de agosto de 2006
o contrato de implementação do Estaleiro Rio Grande
– o mesmo por onde escoaram propinas de 100 milhões de reais
 para os cofres do PT e de aliados a partir de 2010,
segundo a Operação Lava Jato.
Renato Duque, ex-diretor de Serviços da Petrobras hoje preso,
 também assinou o documento apresentado à IstoÉ
por um ex-funcionário da estatal, segundo o qual o contrato
 é fruto de uma “licitação fraudulenta, direcionada pela cúpula
do PT para favorecer a WTorre Engenharia”.
Após a assinatura, segundo ele, servidores da Petrobras
 “foram pressionados a aprovar uma sucessão de aditivos
 irregulares e a endossarem prestações de contas
sem nenhuma comprovação ou visivelmente superfaturadas”.
Um mecanismo que lesou a estatal em mais de 500 milhões de reais,
 segundo a revista. Quem era mesmo que não sabia de nada?
2) Erenice na Receita
Erenice Guerra, quando ainda era a principal assessora
de Dilma Rousseff na Casa Civil, indicou para
 o conselho do Carf o mesmo advogado José Ricardo
que atuaria com junto com ela em favor de uma empresa multada pelo próprio Carf.
O prêmio de Erenice para aliviar o débito de 705,5 milhões de reais da Huawei,
 resultante de cobranças efetuadas pela Receita Federal,
 era de 1,5% do valor que a empresa deixaria de recolher
aos cofres públicos. Ou seja:
 10 milhões de reais, caso a cobrança fosse integralmente anulada,
 conforme revelou VEJA com base nos documentos
 apreendidos pela Operação Zelotes.
3) Lula no lobby
Lula era o principal lobista da Odebrecht na Venezuela.
Em junho de 2011, esteve em Caracas “oficialmente”
 para dar palestras como contratado da empresa,
mas Época descobriu que a agenda era outra:
 “cobrar o pagamento de parte dos empréstimos
concedidos pelo BNDES ao governo venezuelano
e tratar da expansão das obras da empreiteira no país”.
Para encontrar o companheiro Hugo Chávez,
 Lula viajou acompanhado de Alexandrino Alencar,
 o lobista da Odebrecht responsável pelos pagamentos
 de propina no exterior, de acordo com os depoimentos
do doleiro Alberto Youssef e de seu operador.
Dois anos antes, Lula e Chávez haviam negociado,
no hotel Pestana, em Salvador, um empréstimo de 747 milhões
de dólares do BNDES para financiar o metrô de Caracas,
com obras tocadas pela Odebrecht.
Documentos do TCU, obtidos pela revista, revelam que
 “a construtora e o governo venezuelano receberam do BNDES
 mais dinheiro do que precisavam para executar as obras,
sem apresentar as garantias necessárias para cobrir o risco de calote”.
Não se sabe quanto nem como Lula recebeu da Odebrecht
para fazer lobby, assim como Dirceu, com a turma do Foro de São Paulo.
 Mas não resta dúvida de que o Foro
e seus efeitos saíram muito caros ao Brasil. 
 (***Com Informações de Felipe Moura Brasil)

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