SERGIO DE MATOS

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PRAIA DE ITAPARICA,VILA VELHA ,ES,BR

PRAIA DE ITAPARICA,VILA VELHA ,ES,BR
ENTARDECER NA PRAIA DE ITAPARICA,VILA VELHA,ES,BR

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sexta-feira, 3 de abril de 2015

.PÁTRIA EDUCADORA...CRIADO CURSO TEOLOGIA DA CORRUPÇÃO...AULAS DO CURSO NOVO CRIADO PELO PROGETO PÁTRIA EDUCADORA

PÁTRIA EDUCADORA
CURSO SUPERIOR DE TEOLOGIA DA CORRUPÇÃO
CURSO TEOLOGIA DA CORRUPÇÃO
É CRIADO PELO PÁTRIA EDUCADORA
COM AULAS PRÁTICAS E TEÓRICAS,
DE COM ROUBAR ZILHÕES
E CONTRATAR BONS ADVOGADOS LIGADOS
AOS PETRALHAS PARA SUA DEFESA

http://epoca.globo.com/tempo/noticia/2015/04/irregularidades-nas-obras-da-odebrecht-na-venezuela.html 
A PÁTRIA EDUCADORA,
ENSINANDO O POVO A ROUBAR
,DESGOVERNO DE DILMA ,
CRIOU CURSO DE CORRUPÇÃO MADE IN PETRALHAS
COM PÓS GRADUAÇÃO EM FALTA DE ÉTICA...

Restam dois caminhos. 
O primeiro seria o procurador-geral da República 
determinar investigação de eventual prevaricação da parte da presidente, 
pois se sabia ela de irregularidades (como dizem o ex-diretor 
Paulo Roberto Costa e o doleiro Youssef) nos idos de 2009, ao assumir
 a Presidência nada teria feito para conter a corrupção, 
 deixando de zelar pela moralidade administrativa ao manter
 nos cargos os diretores corruptos. 
Em conclusão, se constatado em investigação que Dilma 
sabia dos malfeitos e permitiu a continuidade do esquema corrupto,
 pode-se configurar eventual crime de prevaricação.
O crime comum, ao contrário do crime de responsabilidade, 
pode derivar de ação ou omissão ocorridas no mandato anterior. 
O artigo 86, § 4.º, da Constituição diz que o presidente não poderá,
 no exercício do seu mandato, ser responsabilizado
 por atos estranhos ao exercício das suas funções.
 Ora, se se omite o dever de zelar pela moralidade,
 tal omissão é própria das funções de presidente, e não estranhas a elas,
 razão pela qual, se verificada a prevaricação por deixar de conter 
as irregularidades sabidas na Petrobrás, podem prosperar a investigação 
e eventual processo criminal contra a presidente.
O segundo caminho, difícil, 
mas não impossível,
 é o da renúncia, sendo vital o protesto das ruas e o apoio de entidades 
representativas.
 A primeira via, já lembrada e mais desgastante, está na apresentação 
de ação criminal que, ao ser recebida, afaste a presidente. 
Em ambas as hipóteses, todavia, impõe-se construir em torno do vice-presidente
 um governo de união nacional, com pauta mínima desejada 
pelos movimentos aglutinadores da população.
Dessa maneira, no dia 12 de abril é fundamental voltar às ruas em todo o País,
 juntamente com representantes de entidades significativas
 que se somem à massa dos indignados.

http://g1.globo.com/economia/noticia/2015/04/escandalo-na-receita-pode-ficar-maior-que-lava-jato-diz-economist.html?fb_ref=Default 

MAIS ÁULAS DO CURSO DE CORRUPÇÃO
 MADE IN PETRALHAS,
,COMO VENCER AS ELEIÇÕES FAZENDO O DIABO

http://epoca.globo.com/tempo/expresso/noticia/2015/04/tse-ouve-testemunhas-em-acoes-do-psdb-contra-dilma.html

MAIS AULAS
VENCENDO FAZENDO O DIABO,,
AQUI NA PROMISCUIDADE,,
A PROMISCUIDADE 

DO DESGOVERNO DE DILMA E DOS PETRALHAS
http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/eugenio-bucci/noticia/2015/04/comunicacao-promiscua.html 


 CURSO SUPERIOR DE CORRUPÇÃO
AULAS DO CURSO NOVO CRIADO
 PELO PROJETO PÁTRIA EDUCADORA

O lugar do ladrão na política

Qual a diferença entre um partido com alguns corruptos e uma quadrilha com alguns políticos?

EUGÊNIO BUCCI
08/12/2014 07h00 - Atualizado em 08/12/2014 09h58
Na teoria, não é difícil apontar diferenças entre uma quadrilha e um partido político.
 Os manuais de Direito Penal ensinam que quadrilha é uma associação 
com o objetivo de praticar crimes. 
Os professores de ciência política sustentam que um partido 
age dentro dos preceitos legais, com a finalidade de disputar, 
conquistar e exercer cargos públicos. 
O sonho de quem ingressa num partido político é comandar 
a máquina estatal e, quanto a isso, não há nada de ilícito.
 Enquanto a quadrilha existe para delinquir, o partido
 existe para alcançar e manter o poder, nos marcos da normalidade do estado de direito.

Na prática, as duas entidades às vezes se misturam.
 Quando as duas estruturas se enamoram, as pernas de
 uma se trançam nas da outra e geram uma confusão medonha.
 O noticiário sobre a roubalheira na Petrobras – 
 que parece um filme sobre o fim do mundo, um Apocalipse now 
 em que as engrenagens da corrupção, azeitadas com óleo cru, 
vão moendo as instituições nacionais – é mais uma prova disso. 
Onde terminam as quadrilhas e onde começam os partidos?

O tema não é inócuo, nem fácil, nem indolor. 
Qual a diferença entre uma agremiação política 
em que alguns são corruptos e uma organização criminosa em que alguns são políticos? 
A pergunta machuca. Muita gente boa, gente com biografia limpa,
 até mesmo heroica, preferia não dar ouvidos a essa indagação.
 Mesmo assim, a pergunta queima a pele de cada um de nós, 
como o sol a pino de verão. Não dá para ignorá-­la.
 Da resposta que soubermos dar a essa interrogação 
dependerá o futuro da democracia em nosso país.

Os matemáticos se deliciam com perguntas parecidas, 
mas sem as mesmas consequências morais. Especulam sobre o problema do monte de areia. 
A questão é intrigante, de difícil solução.
 Um monte de areia continuará sendo um monte de areia, 
mesmo se tirarmos de cima dele uma ou duas colheres de grãozinhos que lá estão.
 Mesmo depois de tirarmos um balde, ou muitos baldes,
 lá estará nosso monte de areia, ainda digno desse nome. 
A partir de um ponto, se não pararmos de subtrair areia,
 ele deixará de ter o aspecto de um monte e ficará com cara de areia espalhada no chão.
 O problema reside em saber exatamente
 o número que separa uma coisa (o monte de areia) da outra
 (areia espalhada no chão).
 Quantos grãos de areia são necessários para que tenhamos um monte de areia?

O mesmo raciocínio vale para a água.
 Você pode tirar piscinas e mais piscinas de uma represa, 
nem por isso ela deixará de ser uma represa.
 De repente, a gente se dá conta de que a represa começou
 a secar. Num belo – e triste – dia, a gente percebe que o mar virou sertão. Aí, já era.

Voltemos então a nossos partidos políticos. 
Primeiro, aparece lá um ladrão, mas os filiados dão de ombros. 
As desculpas são conhecidas: “Até no Vaticano existe corrupção”; 
“A classe dominante rouba muito mais” (nos partidos de esquerda);
 “É só para complementar meu caixa, se eu estivesse na iniciativa
 privada ganharia dez vezes mais” (nos de direita); 
“Ele não pegou para ele, foi só para o partido”; 
“É só uma reserva para a gente pagar advogados”.

A coisa vai indo, vai indo, até que fica impossível saber 
se a corrupção é mesmo um “mal necessário” para pôr em
 prática o programa político do partido ou se é o programa político
 que está a serviço da corrupção.
 O roubo é necessário para assegurar a perpetuação no poder.
 Ou o poder se faz necessário para garantir a perpetuação do roubo?
 E então? Que linha que separa uma coisa da outra?

Para complicar nossa equação, aqui os números não ajudam tanto.
 A resposta depende de quem faz a pergunta. 
Aos olhos de uma formiga, um punhado de areia é uma cordilheira. 
Aos olhos de um elefante, um monte de areia é desprezível.
 Se o eleitor não liga, a incidência dos ladrões na política será maior.
 Se a comunidade fiscaliza, será menor. 
A linha que separa um partido ainda saudável de uma quadrilha inescrupulosa 
não pode ser dada por um critério absoluto. 
Depende da consciência de cada um de nós. 
Você, por exemplo: até onde você vai? 
Até que ponto suporta o mau cheiro?

Nosso maior desafio, hoje, é construir, a partir de nossos limites pessoais,
 um limite que tenha uma validade coletiva, institucional.
 Quase todos concordam que o melhor lugar do ladrão na política é fora dela. 
Na cadeia, de preferência. 
A gente não sabe é dizer o que distingue uma quadrilha de um partido político. 
Por isso, não consegue saber quem deve sair e quem deve ficar.






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