PRAIA DE ITAPARICA,VILA VELHA ,ES,BR

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SERGIO DE MATOS Headline Animator

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

OS NUMEROS DA CHICA CUNHA...MINISTÉRIO DA SAÚDE ADMITE A CHEGADA DE CHICA CUNHA....

UTILIDADE PÚBLICA DE SAÚDE NO BRASIL

QUANDO POSTEI ESTE POST

,HAVIAM 59 CASOS 

AGORA SÃO 886 NO BRASIL INTEIRO

ATENÇÃO AS CHUVAS COMEÇARAM DEVEMOS FICAR ATENTOS

Ministério da Saúde admite possibilidade de epidemia da febre chikungunya no país


Sociedade deve ficar atenta aos cuidados e prevenção.

 A doença, também transmitida pelo Aedes aegypti,

 tem sintomas semelhantes aos da dengue

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, disse que é possível
 o Brasil viver um cenário de epidemia de febre chikungunya.
 A América Central apresenta um surto com mais de 61 mil casos confirmados,
 de acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas),
 de dezembro de 2013 a maio de 2014.
 Na última terça-feira, a pasta confirmou 16 situações em que a doença
 foi transmitida internamente no país e não apenas por viajantes,
 como vinha acontecendo. A doença é transmitida pelo Aedes aegypti,
 mesmo mosquito da dengue e os sintomas são semelhantes, apesar de ser menos letal.

“É possível (falar em epidemia), mas a gente ainda não consegue 
ter a dimensão do número de casos, nem a velocidade de propagação da doença”,
 afirmou Arthur Chioro. “Quando não há registro de casos e aparece alguns,
 você caracteriza como epidemia, no primeiro momento”, enfatiza.
 Desde 2010, quando o Brasil registrou três casos importados da doença,
 o Ministério da Saúde passou a acompanhar e monitorar a situação do vírus.
Apesar de a pasta ter um plano de contingência estabelecido desde 2012,
 o ministro explica que apenas a partir do segundo ano da presença do vírus no país
 é possível analisar a situação com mais clareza.
 “É quando a gente começar a estabelecer um coeficiente de incidência da doença.
 Aí nós vamos poder ver a magnitude e o comportamento 
que ela vai assumir no nosso país”, detalha Chioro.

Em 2014, 37 casos da doença foram registrados no Brasil
 em pessoas que vieram do exterior, especialmente soldados em missão no Haiti. 
Outros dois foram registrados em Oiapoque, no Amapá,
 na divisa com a Guiana Francesa, e 14 em Feira de Santana, na Bahia. 
O ministro informou que equipes do ministério foram enviadas aos municípios
 para auxiliar no bloqueio do vírus e controle da doença.
 Além disso, o trabalho junto às secretarias municipais
 e estaduais de saúde será intensificado, principalmente a partir de dezembro.
 “Pelas características epidemiológicas,
 vamos ter que trabalhar com a presença de mais uma doença viral.
 A chikungunya não tem a mesma dramaticidade,
 letalidade e gravidade da dengue, mas isso reforça
 a necessidade da sociedade não esperar o próximo verão
 para iniciar as ações de controle de vetores”, disse.

Controle
Além do Aedes aegypti, o Aedes albopictus é um vetor importante
 na transmissão do vírus Alphavirus —
 são os dois Aedes que circulam no Brasil.
 Para o médico sanitarista colaborador na Universidade de Brasília (UnB)
 e integrante da Sociedade Brasileira de Infectologia Pedro Tauil,
 é quase certo que o vírus passe se espalhar pelo país.
 “É questão de tempo”, diz.
 O combate à doença é feito da mesma forma que o combate à dengue:
 controlando a proliferação dos mosquitos. 
“O único elo vulnerável da cadeia de transmissão é o vetor. 
Não existe vacina nem tratamento contra o vírus, apenas contra os sintomas”, disse Tauil.

A doença provoca dores fortes nas articulações
 e pode se prolongar por semanas,
 além de febre, mal-estar e dor de cabeça.
 O tratamento consiste no alívio dos sintomas,
 que costumam durar de três a 10 dias.

Quantidade de casos de contágio interno confirmados no Brasil: 16

Sintomas

» Febre abrupta

» Dor de cabeça

» Manchas avermelhadas no corpo

» Dor intensa nas articulações, principalmente,

 nas menores, com as das mãos e dos pés

Origem

No idioma africano makonde,

 o nome chikungunya significa “aqueles que se dobram”,

 em referência à postura que os pacientes adotam diante das fortes dores articulares.

Subtipos

Diferentemente da dengue, que tem quatro subtipos,

 o chikungunya só tem um.

 Ao ser infectada e se recuperar, a pessoa se torna imune.

 O fato de alguém já ter sido infectado com algum dos subtipos 

da dengue não o torna mais ou menos vulnerável à chikungunya.

Letalidade

A febre chikungunya é menos mortal que a dengue.

 De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS),
complicações mais sérias são raras.

 O risco é maior para idosos que já tenham outros problemas de saúde

TRANSMIÇÃO

O vírus é transmitido pelos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus. A infecção segue os mesmos padrões sazonais da dengue. Épocas de calor e chuva são mais propícias a proliferação dos insetos.

Articulações são as partes mais atingidas

A semelhança do chikungunya com a dengue 

não se limita ao vetor de transmissão.

 Os sintomas e tratamento também são muito parecidos,

 o que, a princípio, pode dificultar o diagnóstico preciso. 

“Inicialmente, podem ser confundidos os quadros,

 mas o que chama a atenção, no caso do chikungunya,

 é o comprometimento intenso das articulações”,

alerta Socorro Azevedo, médica e pesquisadora do Instituto Evandro Chagas (IEC).

Ao contrário da dengue, em que a dor muscular fica mais evidente,


 no chikungunya, as dores nas articulações dos dedos, cotovelo e tornozelo,

 por exemplo, podem se tornar incapacitantes.

 “Em alguns pacientes, principalmente idosos e crianças,

 considerados de idade extrema, os sintomas podem ser mais severos”,

 observa Socorro. 

Em pessoas com doenças de base como diabetes

 e hipertensão também há maior risco de piora na evolução do quadro.

Já foram relatados casos em que essa dor pode evoluir para uma artrite


 e acompanhar o paciente por anos.

 Estudos na Índia revelaram que 49% dos pacientes

 apresentaram sintomas persistentes 10 meses depois do início da doença.

 Em casos extremos, pode ocorrer até mesmo deformidades nas articulações.

Apesar das sequelas preocupantes,


 o chikungunya tem poucos casos de letalidade, ao contrário da dengue.

 O tratamento também se baseia em medicamentos sintomáticos,

 ou seja, que vão combater os sintomas,

 que além de febre alta e súbita incluem mialgia, cefaleia e artralgia.

 “Hidratação e repouso são fundamentais.

 Para a artrite, podem ser associados anti-inflamatórios”,

 observa João Paulo Campos, médico infectologista do Grupo Hermes Pardini.

O ácido acetilsalicílico, grande vilão nos casos de dengue,


 também deve ser evitado mesmo que as consequências 

para a evolução da doença não sejam tão preocupantes.

 “Não chega a evoluir para hemorragia,

mas pode reduzir as plaquetas e piorar 

o quadro de lesão cutânea por exemplo”, alerta João Paulo.

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